Apontado qual parente tirou a vida de garota em cruzeiro
Parente que tirou a vida da garota Anna Kepner em cruzeiro é apontado.
Bebê Mamãe|Do R7

Foi revelado quem é o parente que tirou a vida da garota Anna Kepner durante um cruzeiro em família pelo Caribe. Anna tinha apenas 18 anos e foi encontrada sem vida no navio Carnival Horizon em novembro do ano passado. A jovem estava fazendo um cruzeiro pelo Caribe com seu pai, seu irmão de 14 anos, sua madrasta, os avós paternos e o filho de 16 anos de sua madrasta.
A garota Anna Kepner é da Flórida nos Estados Unidos. Ela foi vista com vida por sua família pela última vez na noite de 6 de novembro. Seus avós paternos, Barbara e Jeffrey, falaram sobre os últimos momentos com a neta em conversa com o ABC News. “Nós jantamos, a Anna não estava se sentindo bem e me disse: ‘vovó, acho que vou ficar um pouco no meu quarto’”.
A avó contou que depois a jovem teve uma melhora e voltou a encontrá-los. “Ela deve ter se sentido melhor porque se arrumou e desceu quando estávamos no cassino. Ela então disse: ‘eu amo vocês, eu vejo vocês mais tarde’. E nós nunca mais a vimos com vida depois disso”.
Anna Kepner estava dividindo a cabine do cruzeiro com o seu irmão e o seu meio-irmão, o filho da madrasta. O irmão dela afirmou que não a viu entrando na cabine para dormir durante a madrugada, mas inicialmente não se preocupou porque pensou que ela poderia estar em alguma festa do cruzeiro.
Porém, quando ele acordou e viu que sua irmã não chegou a dormir na cabine, avisou a família. As buscas por Anna Kepner começaram. Foi uma equipe de limpeza que encontrou seu corpo sem vida embaixo da cama da cabine que dividia com seu irmão e seu meio-irmão.
Confirmado quem tirou a vida da garota Anna Kepner
Desde os primeiros dias das investigações, já se apontava um suspeito. Porém, somente agora, três meses depois, ele foi oficialmente acusado. Foi confirmado que quem tirou a vida da garota Anna Kepner foi o seu meio irmão, o filho de 16 anos de sua madrasta.
Conforme apontaram os investigadores, o adolescente de 16 anos tinha uma obsessão doentia por Anna Kepner. Desde os primeiros dias ele era considerado suspeito, mas agora foi oficialmente indiciado. A informação foi confirmada por meio de documentos judiciais apresentados pelos advogados do pai deste adolescente, Thomas Hudson.
Acontece que Thomas Hudson entrou com uma ação na justiça para conseguir a guarda unilateral de sua filha caçula com a mãe do adolescente e madrasta de Anna. O pai quer a guarda da caçula de nove anos.
Na ação, o pai afirma que seu filho de 16 anos foi acusado oficialmente no dia 3 de fevereiro pelo homicídio da garota Anna Kepner. “De acordo com as redes sociais da família Kepner, em 3 de fevereiro de 2026, o peticionário/filho do pai foi acusad0 pelo Procurador dos Estados Unidos no Distrito Sul da Flórida pelo (informação omitida) e homicídio de Anna Kepner”.
O pai do adolescente então pede na ação pela guarda unilateral da filha caçula de nove anos, alegando que o crime cometido por seu filho abalou a capacidade de sua ex-esposa e do pai de Anna Kepner de cuidarem da menina.
A ação de guarda diz: “Houve uma mudança significativa e inesperada nas circunstâncias que exige a transferência imediata da guarda compartilhada exclusiva e da responsabilidade parental (…). Foram obtidas informações que podem colocar em questão o discernimento e a capacidade parental de Shauntel (madrasta de Anna) e Chris (pai de Anna)”.
Foi confirmado também que no dia 6 de fevereiro, o adolescente de 16 anos havia comparecido aos tribunais em Miami, Estados Unidos. Porém, ele foi solto após isso. E ainda não foi revelado se ele foi pres0 ou não, mesmo com a acusação oficial de homicídio.
A madrasta e o pai de Anna Kepner, Shauntel e Chris, emitiram uma nota sobre a liberdade do adolescente, que é respectivamente filho e enteado deles. “Neste momento, é profundamente doloroso e perturbador para nossa família que o responsável esteja em liberdade. Essa realidade aumenta ainda mais nossa dor e revolta. É devastador saber que, enquanto convivemos diariamente com a perda de nossa filha, o indivíduo responsável ainda não foi responsabilizado integralmente”, disseram.

















