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Crianças de Bacabal: delegado dá versão diferente do relato da mãe

Delegado surpreendeu com versão diferente da mãe das crianças de Bacabal.

Bebê Mamãe

Bebê Mamãe|Do R7

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Delegado falou das crianças de Bacabal Reprodução: Instagram / @claricecardoso1004

O delegado responsável pelo caso das duas crianças desaparecidas de Bacabal no Maranhão impressionou ao dar um relato diferente do que a mãe dos pequenos havia dito. Os irmãos Ágatha Isabelle, seis anos, e Allan Michael, quatro anos, estão desaparecidos há mais de 50 dias.

Os irmãos sumiram no dia 4 de janeiro após terem entrado na floresta acompanhados do seu primo Anderson Kauã, oito anos. Anderson Kauã foi encontrado três dias depois do desaparecimento, mas os outros dois pequenos não foram achados. E não foi encontrado qualquer vestígio físico deles.


Há alguns dias, a mãe das duas crianças desaparecidas, Clarice Cardoso, revelou em conversa com Randyson Laércio o que um policial teria lhe confidenciado. “O que já repassaram para mim, foram bem sinceros comigo e falaram: ‘Clarice, seus filhos foram levados’. Eles falaram para mim que foram levados e que nunca estiveram naquela casa caída, que só passaram ali, mas com alguém. Ali só passaram para colocar o Kauã”, afirmou a mãe.

A casa caída consiste em um casebre abandonado na floresta no qual Anderson Kauã afirma ter estado com as outras duas crianças. Anderson Kauã diz que lá foi o último lugar que esteve com seus priminhos. O garoto Anderson Kauã concedeu um relato bastante confuso sobre o período em que ficou perdido, especialmente pelo fato de ser autista.  Desta forma, o que o menino Anderson Kauã relatou sempre gerou dúvidas.


Clarice Cardoso também contou que o policial teria lhe dito que seus filhos no máximo passaram pela “casa caída” acompanhados de outras pessoas. “Nunca estiveram naquela casa caída, se passaram foi com alguém. Ali o Kauã só foi colocado. O policial investigador me falou isso”.

A mãe ainda explicou porque também acha que seus filhos foram levados. “Desde o começo meu coração de mãe, não se engana, eu falei: ‘meus filhos foram levados!’. Porque se tivessem se perdido na mata não teriam ido tão longe, no fim da noite eles iam parar e ficar chorando, sem saber para onde ir. E eles me falaram: ‘as crianças não chegariam nem a um terço do caminho daquele lugar onde o Kauã foi achado’. O lugar onde Kauã foi achado é muito distante”.


Delegado aponta principal hipótese sobre as crianças e dá versão diferente da mãe

Contudo, após esta revelação feita pela mãe das crianças desaparecidas, Clarice Cardoso, nenhum dos investigadores do caso confirmaram o que ela relatou. Na realidade, o delegado responsável pelo caso fez o contrário.


O delegado afirmou que a principal hipótese com a qual estão trabalhando não é de que os dois irmãos foram levados por alguém, mas sim de que as crianças se afogaram no rio Mearim após terem se perdido na floresta.

As versões dos envolvidos no caso realmente estão variando bastante. A jornalista de Bacabal, Mary Coymbra, afirmou que policiais que preferiram não se identificar, lhe revelaram que três suspeitos estão sendo investigados. “Fontes extraoficiais disseram que eles estão investigando três pessoas. Não podemos afirmar quem são. Essa informação foi extraoficial, de uma pessoa de dentro da polícia”, disse Mary.

Ela também refletiu: “Segundo fontes extraoficiais, que a polícia conversa com a gente e pede sigilo, isto seria um esquema muito grande. No mesmo período da investigação das crianças desaparecidas foi presa uma quadrilha de tráfic0 de drogas que fazia isso via rio. Pode ser que os investigadores estejam soltando essas informações para nos despistar, pode ser que eles estejam guardando algo para ser confirmado e trazer para a gente”.

Mary Coymbra ainda contou como está o quilombo de onde as duas crianças desapareceram mais de 50 dias depois. “A atmosfera lá não voltou ao que era antes, mas não está igual ao início do desaparecimento. A gente notou que o ambiente tá uma espécie de vazio. Antes, quando chegávamos lá encontrávamos pessoas sentadas em cadeiras de baixo de árvores, conversando. Hoje você vê que as pessoas se dispersaram. Eu acho que eles nunca vão ter uma vida normal até porque as crianças lá estão com muito medo”.

Delegado deu uma versão distinta daquela da mãe das crianças de Bacabal Reprodução: Instagram / @claricecardoso1004
As crianças que estão desaparecidas há mais de 50 dias em Bacabal Reprodução: Instagram / @claricecardoso1004
A mãe com as crianças antes do seu desaparecimento Reprodução: Instagram / @claricecardoso1004

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