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Imperatriz, Portela e Tijuca são os destaques da segunda noite do Grupo Especial

Luxo nas fantasias e alegorias vivas foram as marcas das agremiações

Rio de Janeiro|Thiago Calil, do R7

Unidos da Tijuca levou um carro de Fórmula 1 para a Sapucaí na homenagem a Ayrton Senna
Unidos da Tijuca levou um carro de Fórmula 1 para a Sapucaí na homenagem a Ayrton Senna Unidos da Tijuca levou um carro de Fórmula 1 para a Sapucaí na homenagem a Ayrton Senna
Portela apostou em águias tecnológicas na avenida
Portela apostou em águias tecnológicas na avenida Portela apostou em águias tecnológicas na avenida

A segunda noite de desfiles do Grupo Especial carioca foi de superação para a maioria das escolas. Portela e Imperatriz fizeram suas melhores apresentações em anos. A Tijuca, por sua vez, voltou a dar show com a criatividade e alegorias vivas de Paulo Barros.

A Imperatriz Leopoldinense exibiu a técnica e o luxo que já foram as principais marcas da escola. A agremiação de Ramos fez uma homenagem a Zico e transformou a Sapucaí em um estádio de futebol.

Disposta a quebrar o jejum de títulos que já dura 30 anos, a Portela se modernizou e contou com a paixão dos componentes para lutar pelo campeonato. Já a Tijuca uniu a genialidade de Ayrton Senna a do carnavalesco Paulo Barros. Ambas deixaram a avenida com gritos de "É campeão".

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Vale destacar ainda o orgulho da comunidade da Mocidade Independente de Padre Miguel, que apesar de todas as dificuldades financeiras e administrativas que a escola vem enfrentando, viu a agremiação fazer um grande espetáculo na Sapucaí.

Enquanto isso, a campeã de 2013, Unidos de Vila Isabel, chegou ao desfile com alas e alegorias com fantasias incompletas. Foi salva pelos foliões, que deram tudo de si na avenida e superaram qualquer adversidade.

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Veja como foram os desfiles

A Mocidade Independente de Padre Miguel foi a primeira escola a desfilar no segundo dia do Grupo Especial. Com o enredo Pernambucópolis, fez uma homenagem ao carnavalesco Fernando Pinto, que fez desfiles históricos com a agremiação. Um dos destaques foi a bateria, que fez batidas até de forró.

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Com enredo sobre brinquedos, a União da Ilha do Governador literalmente brincou com os elementos que fazem parte da infância. Teve jogo de tabuleiro, totó, cubo mágico e Pacman. Personagens da cultura pop, como os Transformers, os protagonistas de Toy Story e Pinóquio surgiram em carros e fantasias, que fizeram a nostalgia se espalhar pela Marquês de Sapucaí.

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A Vila Isabel entrou na avenida com alas e composições incompletas para falar sobre o interior do Brasil. Tanto no primeiro carro quanto nas alas seguintes, foliões desfilaram com partes das fantasias faltando, seja sandália, esplendor ou chapéu. Na alegoria, os destaques oscilavam entre bermudas e sungas e com cores diferentes. Mesmo assim, os componentes cantaram e vibraram o desfile inteiro. A escola passou alegria para o público, que correspondeu na mesma sintonia.

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Quarta escola a desfilar, a Imperatriz Leopoldinense voltou a fazer um desfile técnico e luxuoso, adjetivos que foram a marca da escola no início dos anos 2000. A bateria de Mestre Noca foi uma das principais atrações da avenida na homenagem ao craque Zico. Foram diversas paradinhas, que levantaram as arquibancadas da Sapucaí. O samba, com refrão importado dos estádios — Dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe ô — contagiou o público, que vibrou e cantou junto.

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Há 30 anos sem ganhar o Carnaval, a Portela fez um desfile riquíssimo, como há muito tempo não se via na azul e branco de Madureira. A tradicional escola apostou na inovação. Logo de cara, colocou uma águia voadora, guiada por controle remoto, para atravessar a avenida. Nos carros, efeitos luminosos, articulações e acabamentos minuciosos. A agremiação cantou o Rio de Janeiro, passeando pela av. da Rio Branco. O desfile encheu os portelenses de orgulho, que deixaram a Sapucaí com gritos de “É campeão”.

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Fechando os desfiles do Grupo Especial carioca, a Unidos da Tijuca fez uma corrida maluca para homenagear Ayrton Senna. As alegorias vivas, que são a marca do carnavalesco Paulo Barros, voltaram a encantar a arquibancada. Os carros trouxeram pilotos de Fórmula 1, troca de pneus no pit stop e chuvas de champanhe no pódio. A comissão de frente voltou a apostar em truques de ilusionismo, com os componentes puxando uma toalha da mesa de troféus, sem derrubar nada de cima.

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