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Imperatriz exalta a negritude e faz apelo contra o preconceito 

Escola fez o segundo desfile afro da madrugada de terça-feira (17)

Carnaval 2015|Do R7


Cris Vianna brilhou como rainha de bateria
Cris Vianna brilhou como rainha de bateria

A Imperatriz Leopoldinense se inspirou na banana que arremessaram para o jogador Daniel Alves para pedir o fim do preconceito. Com isso, a agremiação aproveitou para homenagear Nelson Mandela, morto no fim de 2013. A forma de unir as duas coisas foi exaltar as raízes negras do Brasil.

Esse foi o segundo enredo afro da noite, o terceiro do Carnaval, mas sem repetir nada do que já havia sido mostrado na avenida.

O enredo Axé, Nkenda! Um Ritual de Liberdade e que a Voz da Igualdade Seja Sempre a Nossa Voz, começou com a mãe terra, representando o início de tudo, seguida pelas belezas africanas. A vinda dos negros para o Brasil foi representada pelos escravos que eram obrigados a embarcar nos navios rumo às terras tupiniquins.

Então foi a vez de mostrar a herança afro nas raízes brasileiras, que passam pela culinária, o artesanato e as festas típicas. Negros que fizeram história por aqui foram lembrados em estandartes e na penúltima alegoria. Martinho da Vila, Jovelina Pérola Negra, Dona Ivone Lara, Lázaro Ramos, Taís Araújo, entre outros. O último setor foi inteiro dedicado a Nelson Mandela.

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O desfile teve um tom político, mas exaltou com leveza as raízes brasileiras. E lembrou que o preconceito, ainda em 2015, faz parte da nossa realidade. Com harmonia e evolução impecáveis, alegorias originais e bem acabadas, a escola encantou a avenida.

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