‘Me sinto muito lisonjeado’, diz diretor brasileiro sobre competir no maior festival de curtas do mundo
O filme FrutaFizz ficou entre os 62 selecionados para a Mostra Internacional de Clermont-Ferrand, na França
Cinema|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O cinema brasileiro vive um momento de êxito no mercado audiovisual mundial. Entre as conquistas desta temporada, está a seleção de FrutaFizz para a Mostra Internacional de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand, na França, considerada o maior encontro mundial de produções de duração reduzida. Em 2025, o projeto venceu a categoria de Melhor Curta-Metragem Brasileiro no Festival de Cinema de Gramado.
Em entrevista ao News das 10 de quinta-feira (5), Kauan Okuma Bueno, diretor do filme, afirmou que se sente extremamente grato pela oportunidade de levar a obra para a competição e que está ansioso para ver a reação dos espectadores no evento.

“Esse filme traz isso de volta, traz pessoas querendo aprender, pessoas querendo ensinar e surgiu um filme lindo. Um filme lindo que eu tenho a honra de poder trazer aqui na França, em Clermont-Ferrand, poder assistir e ver a reação das pessoas. É lindo demais, eu estou encantadíssimo, eu estou muito grato, me sinto muito lisonjeado por isso”, afirma Bueno.
FrutaFizz narra a história do caminhoneiro Mauro, interpretado por Renato Novais, que revisita locais significativos da infância ao lado de um colega de trabalho durante uma viagem entre Minas Gerais e São Paulo. A jornada leva o protagonista a confrontar memórias reais e imaginárias enquanto busca suas raízes. Na entrevista, Bueno também detalha mais sobre a trajetória do curta-metragem.
“Ele (Mauro) aproveita uma brecha dessa viagem para visitar uma cidade que marcou a infância dele, para visitar uma tia que ele não vê há muito tempo. Então, ele chega lá, toma um refrigerante que marcou a infância dele, vai lembrando das histórias que ele viveu ali nesse lugar [...] O filme vai se construindo e guiando a partir dessas memórias que vão aparecendo ao decorrer da cidade, dessa caminhada dele”, diz o diretor.
Leia mais
Ele complementa que o projeto possui semelhanças com sua própria história, já que se passa na cidade de Gonçalves, em Minas Gerais, local que marcou sua juventude.
“É um filme que surge muito a partir da memória e de uma memória como coletiva. No caso, a cidade que está no filme é uma cidade que marcou muito a minha infância, então tem esse lugar da memória”, diz o cineasta.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!














