'Compaixão e empatia como ferramentas'

Estrela de Hollywood com sete projetos previstos para 2020 - entre eles, Sergio -, a atriz cubana Ana de Armas, de 31 anos, vive fase brilhante na sua carreira. Ela conversou com o jornal O Estado de S. Paulo por telefone.

Como você se envolveu?

Meu agente me mandou o roteiro, uma história trágica, mas cheia de amor e da qual o mundo precisa saber. Com o nível de empatia do personagem, quis muito fazer parte.

O filme faz parte de um projeto do Wagner Moura de retratar latino-americanos sem estereótipos.

Me sinto confiante sobre isso, o mundo está mudando. Essa é uma das razões pelas quais quis fazer histórias como essa, de pessoas que dedicam suas vidas para espalhar palavras de empatia. Toda vez que tenho um roteiro sobre tema, definitivamente sinto uma necessidade de ser parte dele.

A liderança de Sergio e os trabalhos de sua equipe fazem falta?

Ele não era perfeito, era um ser humano, tinha conflitos, que causaram sofrimento pessoal, mas ele era completamente focado em seu trabalho e sacrificou muito por isso, inclusive sua vida. Ele usou empatia e compaixão como as principais ferramentas de seu trabalho, e isso é muito importante.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.