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Amber Heard relata agressões de Johnny Depp e diz que julgamento é fato 'mais doloroso' da sua vida

A atriz de 'Aquaman' contou que o artista a abusou sexualmente enquanto estava sob efeito de drogas

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Amber Heard acusa Johnny Deep de violência doméstica; ele nega
Amber Heard acusa Johnny Deep de violência doméstica; ele nega Amber Heard acusa Johnny Deep de violência doméstica; ele nega

A atriz Amber Heard, de Aquaman, deve testemunhar pelo segundo dia nesta quinta-feira (5) no caso de difamação apresentado por seu ex-marido Johnny Depp, astro de Hollywood que ela acusa de tê-la agredido várias vezes, antes e durante seu breve casamento.

Heard prestou o primeiro depoimento nesta quarta-feira (4), no julgamento amplamente seguido, e afirmou que o casal teve um relacionamento "mágico" até que se tornou violento.

A primeira explosão física de Depp, de acordo com Heard, aconteceu depois que ela lhe perguntou o que estava escrito em uma das tatuagens desbotadas que ele tem. Depp teria respondido "Wino", e ela riu, pensando que era uma piada. A palavra em questão é de origem inglesa e usada para se referir a pessoas viciadas em vinho.

"Ele me deu um tapa no rosto", contou Heard. "Eu não sabia o que estava acontecendo. Eu apenas olhei para ele."

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Heard disse que Depp deu mais um tapa nela e perguntou: "Você acha engraçado, vadia?"

Depp, de 58 anos, testemunhou no início do julgamento que a agressão por causa da tatuagem "não aconteceu" e que ele nunca bateu em Heard. Depp argumentou que era Heard quem o agredia.

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A estrela dos filmes Piratas do Caribe está processando Heard, de 36 anos, em US$ 50 milhões, dizendo que ela o difamou quando alegou ter sido vítima de violência doméstica. Heard o contraprocessou, em US$ 100 milhões, argumentando que Depp a difamou ao chamá-la de mentirosa.

Sob interrogatório de seus advogados, Heard disse que Depp a agrediu "várias vezes", geralmente quando estava bebendo ou usando drogas. Em uma determinada noite, Heard disse que Depp arrancou sua calcinha e enfiou os dedos "dentro" dela em uma "busca de cavidade" por drogas.

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Mais cedo, a psicóloga Dawn Hughes testemunhou que Heard havia dito a ela que Depp havia colocado os dedos em sua vagina em busca de cocaína.

O caso depende de um artigo de opinião de dezembro de 2018 que Heard escreveu no Washington Post. O artigo nunca mencionou Depp pelo nome, mas seu advogado disse aos jurados que estava claro que Heard estava se referindo a ele. O divórcio do casal foi finalizado em 2017, após menos de dois anos de casamento.

Depp, que já foi uma das maiores estrelas de Hollywood, disse que as alegações de Heard lhe custaram "tudo". Um novo filme de Piratas foi suspenso, e Depp foi substituído na franquia de filmes Animais Fantásticos, um spin-off de Harry Potter.

Os advogados de Heard argumentaram que ela disse a verdade e que sua opinião estava protegida pela liberdade de expressão pela Primeira Emenda da Constituição dos EUA.

Um juiz de um tribunal estadual no condado de Fairfax, na Virgínia, fora da capital do país, está supervisionando o julgamento, que deve durar até o final de maio.

Menos de dois anos atrás, Depp perdeu um caso de difamação contra o tabloide britânico The Sun, que o rotulou de "espancador de esposas". Um juiz da Suprema Corte de Londres decidiu que ele havia agredido Heard repetidamente.

Os advogados de Depp disseram que abriram o caso dos EUA no condado de Fairfax porque o Washington Post é impresso lá. O jornal não é réu.

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