Famosos e TV Angelina Jolie espera incentivar crianças com novo livro

Angelina Jolie espera incentivar crianças com novo livro

Escrito pela atriz e por um advogada de direitos humanos, 'Know Your Rights and Claim Them' fala sobre lutar pelos direitos

Reuters - Entretenimento
Angelina Jolie lança livro em parceria com a Anistia Internacional

Angelina Jolie lança livro em parceria com a Anistia Internacional

Reuters/Anistia Internacional/Lachlan Bailey

A atriz Angelina Jolie diz que espera incentivar crianças de todo o mundo com ferramentas para lutar por seus direitos com um livro que escreveu em parceria com a Anistia Internacional.

Know Your Rights and Claim Them (Conheça seus direitos e reivindique-os em tradução livre) —escrito com a advogada de direitos humanos Geraldine Van Bueren, uma das redatoras originais da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança de 1989 — tem como objetivo dotar as crianças com conhecimento para desafiar com segurança as injustiças.

"Tantas crianças estão em perigo em todo o mundo e simplesmente não estamos fazendo o suficiente", disse a atriz em entrevista à Reuters. "Estes são os seus direitos, decididos anos atrás com base no que os tornaria adultos saudáveis, equilibrados, seguros e estáveis".

Jolie, que é enviada especial da agência de refugiados da ONU, o Acnur, disse esperar que o livro também lembre os governos de seu compromisso com o tratado global que consagra os direitos civis, sociais, políticos e econômicos das crianças.

"Passamos muito tempo bloqueando esses direitos, então este livro é para ajudar as crianças a terem um livro de instrumentos para dizer 'esses são os seus direitos, são coisas que vocês precisam questionar para ver a distância que estão, dependendo do seu país e das circunstâncias, de acessar esses direitos, quais são os seus obstáculos, outros que vieram antes de vocês e lutaram, maneiras de lutar'. Portanto, é um manual para lutar".

A atriz mãe de seis filhos disse que apresentou a convenção da ONU em sua casa para seus filhos, mas ficou surpresa ao saber que seu próprio país, os Estados Unidos, não a ratificou.

“Isso me enfureceu e me fez começar a questionar o que isso significa? Então, para cada país, que ideia é essa, você tem direito à educação... mas então por que tantas crianças estão fora da escola? Por que as meninas no Afeganistão vão ser afetadas se forem?", questinou.

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