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Bruno Krupp: Secretaria Municipal de Saúde do Rio nega alegações de maus-tratos ao modelo em hospital

O influenciador disse, em vídeo, que solicitou a transferência para um hospital privado após ser chamado de assassino no público

Famosos e TV|Do R7

Bruno Krupp atropelou e matou um jovem de 16 anos
Bruno Krupp atropelou e matou um jovem de 16 anos Bruno Krupp atropelou e matou um jovem de 16 anos

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro negou que Bruno Krupp tenha sofrido maus-tratos no Hospital Municipal Lourenço Jorge. Em vídeo enviado à imprensa, o modelo disse que pediu transferência para o hospital particular Marcos Moraes, no Méier, porque no primeiro teve atendimento médico negado e foi chamado de "assassino" pelos funcionários.

"Gente, pelo amor de Deus, eu sou a última pessoa que queria que isso tivesse acontecido. Pode ter certeza de que eu queria que o pior tivesse acontecido comigo. Eu fui levado de ambulância, não fugi do hospital, não fugi dos médicos. Eu estava morrendo no hospital, os empregados me tratando mal, batendo com a maca no corredor, me chamando de assassino, como se eu tivesse feito alguma coisa errada. Eu não bebi, eu não usei droga, eu não fiz nada. Foi um incidente", alegou Krupp.

Em nota, a Secretaria desmentiu a versão do influenciador. "A direção do Hospital Municipal Lourenço Jorge informa que o paciente Bruno Krupp foi atendido na noite de sábado (30) após acidente de trânsito, passou por todos os cuidados e exames indicados, inclusive tomografia computadorizada, e teve alta no domingo. Em diversos momentos durante o atendimento ele expressou desejo de deixar a unidade e ir a um hospital da rede particular."

"Não há registro de queixa do paciente sobre supostas condutas inadequadas por parte da equipe assistencial. Caso ele queira formalizar a reclamação, a direção do hospital abrirá um procedimento para apurar os fatos devidamente", completa o comunicado.

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O acidente

Bruno Fernandes Moreira Krupp atropelou um jovem de 16 anos, João Gabriel Cardim Guimarães, na noite do dia 30 de julho, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, por volta das 22h50.

O modelo conduzia uma moto a 120 km/h na avenida Lúcio Costa, 2.916, onde a velocidade máxima permitida é de 60 km/h. Segundo os agentes da polícia que atenderam à ocorrência, o veículo estava sem placa e Bruno não tem carteira de habilitação.

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A vítima estava acompanhada da mãe, Mariana Cardim, e, no momento do acidente, teve uma perna amputada – ela foi arremessada a 50 metros de distância, devido ao impacto da batida. Testemunhas chegaram a colocar a perna do menino no gelo para que ela fosse reimplantada em possível cirurgia.

João Gabriel foi socorrido com vida, mas morreu ao dar entrada no Hospital Municipal Lourenço Jorge.

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Bruno foi levado para o mesmo hospital da vítima, mas foi transferido no dia seguinte, 31 de julho, para o Hospital Marcos Moraes, no Méier, zona norte do Rio.

Segundo o advogado do influenciador, William Pena, o jovem estava atravessando a via fora da faixa de pedestres e teria ameaçado voltar. Pena alega que Bruno se assustou e relatou uma falha nos freios da moto.

No dia 3 de agosto, o modelo teve sua prisão preventiva decretada pela juíza Maria Izabel Pena Piranti e foi submetido a uma cirurgia de reposição de pele para tratar os hematomas do acidente. Pouco antes da cirurgia, ele gravou um vídeo e se disse arrependido. "Gente, pelo amor de Deus, eu sou a última pessoa que queria que isso tivesse acontecido. Pode ter certeza que eu queria que o pior tivesse acontecido comigo. Eu fui levado de ambulância, eu fui transferido de hospital, eu não fugi do hospital, não fugi dos médicos."

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