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‘Desistir não é fracassar’, diz Fátima Bernardes sobre ter deixado de dançar quando criança

No podcast ‘Prosperidade 360º‘, a jornalista contou que tinha o sonho de ser bailarina, mas abdicou quando percebeu que não daria certo; ela ainda revelou o que aprendeu com a dança

Famosos e TV|Do R7

Quando criança, Fátima Bernardes sonhava em ser bailarina Fotos de Reprodução/YouTube e Instagram

Apesar de ter tido uma trajetória profissional de sucesso, Fátima Bernardes revelou que não sonhava em ser jornalista. Quando criança, ela queria ser bailarina, mas, aos poucos, percebeu que não daria certo e abdicou do sonho.

“Eu sempre falo isso, meu sonho era ser bailarina. Acho que a primeira coisa que ajudou é ter a percepção de que eu estava indo na direção errada. Numa direção que eu imaginava que seria a minha, que era a carreira de bailarina, mas que não me levaria aonde eu queria. Eu queria ser bem-sucedida e ser reconhecida pelo que eu fazia”, afirmou a jornalista em entrevista ao podcast Prosperidade 360º, comandado por Luiza Possi.

“Eu me acostumei com isso na dança. Eu era uma criança muito graciosa, que ficava na primeira fila, a queridinha da turma. Mas, para o balé, você precisa de outras coisas. Você precisa de uma aptidão física, você precisa poder, por exemplo, ir para uma escola em que você vai fazer aula todo dia, os meus pais não tinham condição de me levar”, relembrou.

Fátima chegou a ser indicada para estudar na escola do Teatro Municipal Mario Meneva, onde teria aulas de dança. “Os meus pais nem me levaram, porque não havia essa possibilidade da minha mãe todos os dias me levar para o centro do Rio de Janeiro. E, às vezes, desistir não é fracassar, sabe? É você olhar para um outro ponto”, avaliou.


Ainda durante a conversa com Luiza Possi, Fátima disse que a dança a ajudou na carreira como jornalista.

“Desde que comecei no jornalismo, as pessoas diziam assim: ‘Ah, você quase não erra’. Não, eu errava, mas eu não traduzia em desespero o que as pessoas estavam vendo, sabe? A facilidade para o improviso, né? A dança te traz muito isso. Você esquece a coreografia, não pode parar, tem que continuar. Esse autocontrole, essa capacidade de lidar com o improviso, de transformar dificuldade em facilidade... Que é tudo o que uma bailarina faz quando está no palco. Ninguém pensa no pé dela que está sangrando, que está doendo. Você pensa naquela leveza, naquela beleza do que ela está mostrando. Acho que isso me ajudou.”

Veja o bate-papo completo

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