Ana Castela se revolta após descobrir preço cobrado para fazer as unhas em salão: ‘Roubo’
Cantora Ana Castela relata cobrança de R$ 1.300 por manicure e pedicure. Ana Castela, conhecida cantora do cenário musical brasileiro...

Ana Castela, conhecida cantora do cenário musical brasileiro, utilizou suas redes sociais para compartilhar um episódio recente que gerou repercussão entre seus seguidores. A artista relatou ter sido surpreendida com uma cobrança de R$ 1.300 por um serviço de manicure e pedicure realizado em um salão. O incidente, que começou após um imprevisto com uma unha quebrada, foi detalhado por ela em seu perfil secundário, conhecido como “daily”.
A situação, conforme explicado por Ana Castela, reflete uma preocupação recorrente da cantora em relação a atendimentos em estabelecimentos públicos. Ela mencionou que, por vezes, opta por não avisar previamente sobre sua presença em locais como salões, justamente para evitar experiências que a deixem em alerta ou que possam resultar em situações inesperadas, como a cobrança de valores considerados excessivos.
O relato da “boiadeira” ganhou destaque ao detalhar o momento da cobrança. “Galera, não tá fácil. Quebrei minha unha. Me cobraram R$ 1.300 nessa unha, nunca vi cobrar esse tanto”, afirmou Ana Castela, expressando sua indignação. Ela reforçou a surpresa com o montante, classificando-o como um “roubo” e reiterando que nunca havia se deparado com um valor tão alto por um serviço similar.
A cantora também esclareceu que o salão, antes de efetuar a cobrança integral, teria sugerido uma permuta, solicitando a divulgação do perfil do estabelecimento no Instagram em troca dos serviços. No entanto, Ana Castela explicou que não pôde aceitar a proposta devido a questões contratuais e publicitárias que a impedem de realizar tal tipo de publicidade sem prévia negociação e acordo, o que levou à cobrança do valor total.
Apesar de considerar o valor de R$ 1.300 excessivo para o serviço prestado, Ana Castela optou por não prolongar o impasse. A artista concluiu seu relato afirmando que, embora não concorde com o preço, respeitou o trabalho alheio e efetuou o pagamento. “Não posso botar preço no trabalho dos outros. O que nós fizemos? Pagamos”, finalizou, demonstrando sua decisão de encerrar a situação sem maiores discussões, mas registrando publicamente sua surpresa com o ocorrido.















