Famosos e TV Mãe de Alexandre Pires já foi detida por fazer 'gato' de energia

Mãe de Alexandre Pires já foi detida por fazer 'gato' de energia

O cantor é alvo de uma operação da Polícia Federal por suspeita de envolvimento em garimpo ilegal

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Alexandre Pires e a mãe, Maria Abadia Pires

Alexandre Pires e a mãe, Maria Abadia Pires

Reprodução/Instagram

Alexandre Pires é investigado por suspeita de envolvimento com garimpo ilegal, mas o cantor não é o primeiro da família a enfrentar problemas com a Justiça. Em 2019, a mãe do cantor, Maria Abadia Pires, foi detida em Minas Gerais após ter sido encontrada na casa dela uma ligação clandestina, um "gato", na rede elétrica.

A detenção aconteceu em fevereiro de 2019, quando um funcionário da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) encontrou a ligação clandestina na casa de Ababia, em Uberlândia (MG), e fez uma denúncia à Polícia Militar.

Então, a proprietária do imóvel foi encaminhada à delegacia. Ela prestou depoimento e declarou que o "gato" na rede elétrica aconteceu após um técnico fazer uma confusão ao desinstalar um aparelho de ar-condicionado.

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A mãe de Alexandre Pires foi liberada após pagar fiança de R$ 1.500. Na ocasião, o então empresário do cantor informou que ele estava viajando e não sabia do ocorrido.

Investigação por garimpo ilegal

Alexandre Pires e seu empresário, Matheus Possebon, são investigados pela Polícia Federal por suspeita de envolvimento com o garimpo ilegal em terras indígenas. Endereços ligados ao artista e ao agente foram alvo de buscas na segunda (4), na Operação Disco de Ouro.

A defesa do cantor nega o envolvimento do artista com as atividades ilegais. "Alexandre Pires foi tomado de surpresa diante da recente operação da Polícia Federal que, indevidamente, envolveu seu nome. Por fim, salientamos que ele jamais cometeu qualquer ilícito, o que será devidamente demonstrado no decorrer das investigações, reiterando sua confiança na Justiça brasileira", diz o comunicado enviado ao R7.

Alexandre Pires teria recebido, segundo apuração, pelo menos R$ 1 milhão de uma mineradora investigada. Já o empresário é suspeito de financiar o garimpo na Terra Indígena Yanomami. Possebon seria um dos "responsáveis pelo núcleo financeiro dos crimes", diz a PF.

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