Famosos e TV Miguel Coelho comenta relação de amizade com Cirillo Luna: 'Irmãos'

Miguel Coelho comenta relação de amizade com Cirillo Luna: 'Irmãos'

Atores, intérpretes dos gêmeos Jacó e Esaú, se conheceram nos bastidores de Gênesis e viraram grandes amigos

  • Famosos e TV | Camila Juliotti, do R7

Miguel e Cirillo viraram grandes amigos nos bastidores de 'Gênesis'

Miguel e Cirillo viraram grandes amigos nos bastidores de 'Gênesis'

Reprodução/Instagram

Miguel Coelho e Cirillo Luna, intérpretes dos gêmeos Jacó e Esaú em Gênesis, viraram irmãos também fora de cena. Os atores, que se conheceram na fase de testes para os personagens, construíram uma relação de amizade nos bastidores.

"Eu já estava escalado para ser Jacó e fiz o teste com aproximadamente 25 atores. Desde o teste o Cirillo se mostrou totalmente aberto, veio para o jogo querendo contribuir para o personagem. Dava para ver que ali ele era um dos grandes nomes. Muitos atores fizeram o teste muito bem, mas ele se destacou desde o início", contou Miguel.

A conexão entre os amigos surgiu ainda nos primeiros dias de gravações. "Ele estudou o texto, sabia quem era o Esaú. Foi incrível. Desde ali, criou-se uma parceria. Eu lembro de ter comentado com a diretora: 'Esse menino aí tem chance, hein?! Foi muito bem'."

Se na trama da superprodução bíblica da Record TV os personagens, apesar de gêmeos, são bem diferentes, Miguel e Cirillo têm muitas coisas em comum. 

"Nós demos muita sorte, nos tornamos irmãos. Eu o amo como pessoa, nos tornamos muito amigos. Foi um grande presente que tive de Gênesis, e ele é um excelente ator", declarou Miguel.

Leia a entrevista na íntegra

R7: Você e Cirillo Luna são amigos desde quando? Como se conheceram?
Miguel Coelho:
Nós não nos conhecíamos. Passamos a nos conhecer no teste para Esaú. Eu já estava escalado para ser Jacó e fiz o teste com aproximadamente 25 atores. Desde o teste ele se mostrou totalmente aberto, veio para o jogo querendo contribuir para o personagem. Dava para ver que ali ele era um dos grandes nomes. Muitos atores fizeram o teste muito bem, mas ele se destacou desde o início, e foi ali que a gente se conheceu.

R7: Vocês já tinham trabalhado juntos ou Gênesis foi a primeira vez?
Miguel:
Não. Nunca trabalhamos juntos. Gênesis foi a primeira, com certeza, de muitas que estão por vir.

R7: Se foi a primeira vez, como foi a experiência?
Miguel:
Foi no teste, como falei. Ele estava um pouco nervoso, mas ele mesmo disse que eu o ajudei a se acalmar. É difícil, né? Eu já passei por essa situação também, de estar ali e fazer teste com vários atores, mas ele mandou superbem. Chegou preparado, pronto. Ele estudou o texto, sabia quem era o Esaú. Foi incrível. Desde ali, criou-se uma parceria. Eu lembro de ter comentado com a diretora: "Esse menino aí tem chance, hein?! Foi muito bem!".

R7: Como descobriu que iriam contracenar juntos e ainda ser irmãos na trama?
Miguel:
Soube depois pela produção, porque eu estava curioso para saber. Fiz teste com tantos atores que queria saber logo. É importante não só a relação profissional, mas também a relação do dia a dia. Acho que ter esse tipo de relação amistosa, a mínima que seja, importa muito para nós, pois nos vemos mais que a nossa própria família. Mas demos muita sorte, nos tornamos irmãos. Eu o amo como pessoa, nos tornamos muito amigos. Foi um grande presente que tive de Gênesis, e ele é um excelente ator.

R7: Dá pra dizer que é mais fácil construir um personagem com quem você já tem uma relação fora das cenas? 
Miguel: Com certeza é muito mais fácil você construir o personagem e uma relação com alguém que você já conhece, ou fez um trabalho anterior. Mesmo não tendo esse primeiro contato, nós nos ajudamos muito, principalmente nos ensaios, na preparação com Leandro Balgratz; nos encontramos muito antes da novela. O Cirilo é tipo eu, o CDF, o chato, que estuda o tempo todo, que gosta de chegar com o texto decorado, que sabe toda a história. A gente se dedicou muito na questão de estudo, enfim. O resultado ficou aí no ar, e acredito que muita gente se emocionou com essa dupla.

R7: O que você leva deste trabalho como aprendizado?
Miguel: Olha, faltam até palavras para descrever a importância de fazer um patriarca bíblico. Mudou muita coisa para mim na questão da Fé, mas principalmente eu levo o aprendizado de ter tido a oportunidade de fazer esse patriarca. O carinho e o reconhecimento nas ruas têm sido excelentes, além do que eu imaginava. Só agradecer. Só agradecer mesmo pela oportunidade da emissora, e espero que seja o primeiro de muitos.

R7: Quais os próximos projetos após o fim de Gênesis?
Miguel:
Então, no ano que vem estreia o filme chamado Além de Nós, e eu e o Thiago Lacerda somos protagonistas. É um filme bem legal que conta a história do Léo (meu personagem) junto ao personagem do Thiago. É como se fosse um Diários de Motocicleta brasileiro, é bem interessante o filme. Agora, férias. Deixa eu descansar um pouquinho, porque com Jacó trabalhamos muito.

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