Famosos e TV Paulinha Abelha: novo boletim médico descarta doenças infecciosas 

Paulinha Abelha: novo boletim médico descarta doenças infecciosas 

Cantora permanece internada em coma na UTI e o quadro de saúde dela é estável, de acordo com informações deste sábado (19)

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Quadro de Paulinha Abelha se mantém estável

Quadro de Paulinha Abelha se mantém estável

Reprodução/Instagram

Paulinha Abelha, cantora da banda Calcinha Preta, segue internada e em coma na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Primavera, em Aracaju, Sergipe, devido a problemas renais.

Segundo novo boletim médico, divulgado neste sábado (19), foram descartadas doenças infecciosas após a realização de exames complementares.

A cantora mantém o quadro estável, sem necessidade de drogas para manutenção de vida.

Mais cedo, Bell Oliver, cantor do grupo Calcinha Preta, deu detalhes do estado de saúde de Paulinha e afirmou que o cérebro dela "está trabalhando normalmente".

"Foram feitos exames e constataram que não houve morte cerebral. As taxas da Paulinha estão normais, a saturação está normal, e foi mudada a hemodiálise para uma [terapia] mais avançada, na qual pode durar mais tempo e assim retirar mais líquido do corpo", afirmou.

Paulinha, que respira com a ajuda de aparelhos, está internada desde o dia 11 de fevereiro por conta de problemas renais. Na sexta-feira (18), o hospital confirmou que a infecção havia sido controlada. "No momento, encontra-se clinicamente estável, quadro infeccioso controlado e respirando com suporte de aparelhos."

A cantora, de 43 anos, foi transferida para o Hospital Primavera, na zona sul de Aracaju, na noite da quinta-feira (17). A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da artista ao R7. Paulinha, que estava internada no Hospital Unimed Sergipe devido a problemas renais, teve uma piora em seu quadro clínico e está em coma. Agora, ela será submetida a novos exames.

Leia o último boletim na íntegra

Informamos que paciente Paula de Menezes Nascimento Leca Viana, segue em unidade de terapia intensiva em coma. Mantém estabilidade clínica, sem necessidade de drogas para manutenção de vida. Destacamos que após a investigação com exames complementares foram afastadas doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade.

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