Famosos e TV Pedro Carvalho, ator português de Escrava Mãe, está apaixonado pelo Brasil: "As pessoas são lindas"

Pedro Carvalho, ator português de Escrava Mãe, está apaixonado pelo Brasil: "As pessoas são lindas"

Protagonista da novela da Record falou sobre os planos futuros no país

  • Famosos e TV | Juliana Moraes, do R7

O ator português Pedro Carvalho

O ator português Pedro Carvalho

Antonio Chahestian/Rede Record

Pedro Carvalho estreia no Brasil como protagonista de Escrava Mãe após ter participado de dez novelas em Portugal. O ator vai dar vida ao personagem Miguel, um jovem apaixonado por Juliana (Gabriela Moreyra). Ao R7, o português falou sobre o personagem.

— Podem esperar muita aventura e muito romance do Miguel. Ele é muito romântico, luta pelos seus ideais, é muito justo. Pode ter certeza de que teve muita entrega da minha parte.

O ator ainda contou que pretende continuar fazendo novelas no Brasil.

— Adoraria continuar no país. Essa foi minha primeira novela aqui e quero ficar. Moro em Portugal, mas, se surgir uma proposta de fazer novela no Brasil, me mudo para cá. Minha casa é lá, mas meu sonho é ter uma casa aqui e uma lá. Estou aberto a esse mercado e esperando propostas.

Acostumado ao mercado de novelas de Portugal, Pedro comparou os bastidores nos dois países.

— O jeito de trabalhar dos colegas em cena é parecido. Já gravei muita coisa lá, criei amigos, família. Mas não posso mentir: o elenco que mais gostei, que ficou mais unido foi aqui. Não sei se é porque eu estava num país diferente e fui muito bem recebido, se é porque todo mundo estava fora da sua zona de conforto, mas virou família. A gente tem grupos nos WhatsApp e se fala a toda hora. Fiquei amigo de todo mundo. Criei um carinho especial pela Gabriela porque tínhamos muita química dentro e fora de cena. As pessoas foram fantásticas comigo, tão família, que virei amigo de todo mundo.

O galã falou ainda que sempre sonhou em atuar em novelas no Brasil devido ao investimento feito por aqui.

— Meu interesse pelo Brasil vem pela qualidade das novelas. Para mim, como ator, é um crescimento incrível fazer essa ponte internacional. O investimento é a maior diferença entre o Brasil e Portugal. Lá, não temos todo esses cenários, as cidades cenográficas. Usamos locações reais. Quando queremos gravar em uma cidade, vamos lá e gravamos na cidade, sem criarmos uma cenografia cara, porque isso custa muito. Somos apenas nove milhões de habitantes, já aqui, a novela é quase cultural. Senti que vinha fazer uma megaprodução e tudo foi feito com muito cuidado, cada plano é uma pintura. Adoraria que essa novela concorresse a um Emmy, pois tenho certeza de que iria ganhar.

Pedro com a atriz Gabriela Moreyra em cena da novela

Pedro com a atriz Gabriela Moreyra em cena da novela

Divulgação/Rede Record

Sem conhecer o Brasil antes de começar a atuar em Escrava Mãe, que estreia na terça-feira (31), às 19h, Pedro ficou encantado com a cultura e a culinária locais.

— Não conhecia, mas fiquei muito fã da cultura. O país é lindo, as pessoas são lindas, a gastronomia, o samba no pé, o forró. Comi muita coisa, tinha de me controlar. Os doces são incríveis. Lá, são muito a base de ovos e vocês têm doces a base de chocolate. Sou fã de chocolate e nunca comi um brigadeiro tão bom quanto o que comi aqui.

E Pedro precisou se controlar com a culinária local porque tem muitas cenas em que aparece sem camisa.

— Eu malho, faço esporte, mas porque gosto. Ficar sem camisa em cena tem de parecer natural. Sou um pouco tímido, às vezes fico um pouco envergonhado, mas tento relaxar com isso. Tem muita cena sem camisa. Muita cena mesmo.

Apesar de enfatizar que vai ficar sem camisa em muitas cenas, o português ainda não está preparado para o assédio nas ruas.

— Nunca se está pronto para o assédio, mas agradeço muito o carinho das pessoas nas ruas. Lá em Portugal, as pessoas também são muito fãs, mas notei que o carinho aqui é grande. Sou meio tímido, mas lido bem com isso. É um bom sinal.

Para finalizar, Pedro ainda falou sobre o peso de participar de uma novela que conta a história do Brasil.

— Têm cenas em que eu só chegava no set, via tudo preparado com os figurantes amarrados e presos em correntes e ficava muito impactado.

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