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Bad Bunny exalta a cultura latina, com Lady Gaga e Ricky Martin de convidados, no Super Bowl

O cantor mais ouvido de 2025 faz homenagem aos latinos e celebra o amor em jogo entre New England Patriots e Seattle Seahawks

Música|Do R7

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Bad Bunny e Lady Gaga no show do intervalo do Super Bowl Carlos Barria/Reuters

O porto-riquenho Bad Bunny fez o Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia, dançar com o seu baile latino neste domingo (8).

O cantor mais ouvido de 2025 abriu o show do intervalo do Super Bowl exaltando a cultura latina, e Ricky Martin e Lady Gaga, como convidados.


O campo do estádio foi transformado em cenário de cidade porto-riquenha, com a celebração do amor e homenagem à cultura dos países da América Latina.

Com público cheio de celebridades, que acompanhavam ao jogo entre New England Patriots e Seattle Seahawks, pela final da NFL (liga estadunidense de futebol americano), o show começou com Tití Me Preguntó, Yo Perreo Sola e Baile Inolvidable,


Gaga fez uma versão de Die With a Smile e Ricky Martin cantou Lo Que Le Pasó a Hawaii.

O artista de 31 anos foi o vencedor do prêmio de Melhor Álbum Urbano, no Grammy Awards (prestigiado reconhecimento à indústria fonográfica), pelo disco Debí Tirar Más Fotos, no último dia 1º. O álbum tem músicas apenas em espanhol.


Bad Bunny é o nome artístico de Benito Antonio Martinez Ocasio, nascido na cidade de Vega Baja, em Porto Rico.

Havia polêmica em torno dele por causa de sua postura contra a política de imigração dos Estados Unidos e ao ICE (Serviço de Imigração e Alfândega).


Ele chegou a fazer um discurso crítico na entrega do Grammy. “Fora, ICE”, disse o artista. “Nós não somos selvagens, não somos animais. Somos seres humanos e somos americanos”, afirmou.

Mas, no espetáculo do Super Bowl, ele mostrou no palco a diversidade e o amor.

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