Música DJ baiano celebra remix em show de Rihanna: 'Muita gente lá fora está de olho no funk'

DJ baiano celebra remix em show de Rihanna: 'Muita gente lá fora está de olho no funk'

O músico brasileiro disse ao R7 que quer aproveitar o momento ao máximo para fazer shows e mais músicas

  • Música | Giullyana Aya Lourenço* e Pedro Garcia, do R7

Resumindo a Notícia
  • O DJ brasileiro que teve o remix tocado no show da Rihanna no Super Bowl está em êxtase

  • 'Foi uma sensação incrível e indescritível. A ficha ainda não caiu!', comemorou DJ Klean

  • Ele disse ao R7 que quer aproveitar o momento ao máximo para fazer shows e mais músicas

  • 'Acho que muita gente lá fora já está de olho no funk', afirmou

DJ Klean quer aproveitar a oportunidade que Rihanna lhe deu para fazer shows e mais músicas

DJ Klean quer aproveitar a oportunidade que Rihanna lhe deu para fazer shows e mais músicas

Reprodução/Instagram

Ewerthon Carvalho Santos, o DJ Klean, de 20 anos, contou em entrevista ao R7 que está em êxtase após o remix de funk dele ter sido tocado no show de Rihanna no Super Bowl. O baiano, de Itarantim, sempre foi fã do som da artista e começou a produzir músicas em 2017, aos 15 anos.

Apesar de ter produzido a música em 2020, Ewerthon só recebeu o contato da equipe de Rihanna no início deste ano. "Foi quando, com a ajuda do Zegon, do Tropkillaz, e da SPA Music, desenrolamos o processo de acontecer deles usarem o meu remix", contou o jovem.

O DJ disse que ainda não acredita que o remix tenha chegado tão longe e revelou o que sentiu no momento: "Foi uma sensação incrível, mas, ao mesmo tempo, indescritível. A ficha ainda não caiu!".

Klean também comentou que fez o remix de Rude Boy apenas para postar no Instagram, em uma versão incompleta, mas, como as pessoas curtiram muito, ele decidiu finalizá-la. "Depois de muitos feedbacks positivos, eu fiz uma versão estendida para lançar de maneira independente no meu YouTube e SoundCloud."

O DJ contou que vai continuar a trabalhar e quer aproveitar o momento ao máximo para lançar mais músicas e fazer mais shows, algo que ele não tem tanta oportunidade de realizar por morar no interior da Bahia.

Além disso, ele comemorou a chance de mostrar o funk brasileiro em um grande evento internacional como o Super Bowl. "Acho que muita gente lá fora já está de olho no funk, e com certeza, depois dessa apresentação, a galera vai começar a consumir bem mais. Foi assim com outros estilos, e tenho certeza de que não será diferente com o funk", encerrou.

*Estagiária do R7, sob supervisão de Camila Juliotti

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