Música Dona do hit 'Era uma Vez', Kell Smith não está tão preocupada em emplacar novo sucesso

Dona do hit 'Era uma Vez', Kell Smith não está tão preocupada em emplacar novo sucesso

A cantora lançou recentemente o álbum '(Não é só mais) um Álbum de Amor', com canções acompanhadas de vídeos com legendas sinalizadas em Libras

  • Música | Pedro Garcia, do R7

Kell Smith lançou recentemente o álbum '(Não é só mais) um Álbum de Amor'

Kell Smith lançou recentemente o álbum '(Não é só mais) um Álbum de Amor'

Reprodução/Instagram

Há cerca de seis anos, Kell Smith alcançou um sucesso meteórico no Brasil com a música Era uma Vez. Após todo o êxito que a faixa lhe proporcionou, a artista ainda se orgulha bastante de ter composto a canção, mas garante que emplacar um sucesso de tamanha proporção não é a maior preocupação dela. O principal objetivo de Kell é passar uma mensagem positiva ao público, como quis fazer com o álbum (Não é só mais) um Álbum de Amor.

"Minha preocupação nesse momento é poder fazer músicas que reflitam letras reais, mensagens reais para pessoas reais. É poder atingir, me conectar, porque, ainda mais depois de um sucesso tão grande como eu tive com Era uma Vez, isso me mostrou a importância de decidir aquilo que eu quero dividir", diz Kell em entrevista ao R7.

Foi pensando nisso que a cantora se inspirou em dois livros, um de Tarsila do Amaral e outro do filósofo polonês Zygmunt Bauman, para compor um álbum sobre o amor nos tempos atuais. Ao longo das oito faixas do disco, a artista aborda diferentes camadas do sentimento, como declarações amorosas e o amor-próprio, por exemplo.

"Depois de tanto tempo focando naquilo que nos separava, que nos rivalizava, esse poderia ser o momento de falar daquilo que nos une. E nada nos une mais do que o amor, que é a nossa única revolução possível", explica Kell.

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Além da mensagem que queria levar ao público com as canções, Kell Smith se preocupou em criar um álbum acessível a todas as pessoas. Por isso, as novas músicas vêm acompanhadas de vídeos com legendas sinalizadas em Libras (Língua Brasileira de Sinais).

"Como falar de amor e não falar pra todo mundo? Seria uma grande hipocrisia, uma forma rasa de lidar com o amor se ele não traz a democratização dessa comunicação. É responsabilidade, sim, do artista tornar a arte acessível, porque ela é pra todos", defende a cantora.

O terceiro grande pilar do projeto é a participação dos fãs em relação ao lançamento do álbum. Kell conta que tem uma proximidade com alguns admiradores, tanto que eles têm um grupo de mensagens chamado "grupo da família".

Então, ela decidiu compartilhar algumas decisões relacionadas ao trabalho com os fãs. Ao longo da turnê, o público ajudará a montar o repertório dos shows e também vai escolher qual das músicas irá ganhar um clipe produzido.

Todos esses esforços de Kell Smith são para alcançar os maiores objetivos dela, influenciar os ouvintes positivamente, e fazer parte da vida de quem a escuta. "A música é a trilha sonora da vida de todo mundo, é impossível viver sem música. Ela vai nos acompanhar nos nossos melhores e piores momentos. Quero muito que a minha música seja a trilha sonora dessas vidas e que possa, de alguma forma, representar o poder que eu sei que a música tem", conclui a artista.

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