Léo Santana lança música com MC Du Black e aposta em brega funk

Cantor exaltou parceria inédita com funkeiro em 'Proibida para Adolescente', divulgada nesta sexta (17), e falou sobre a mistura de ritmos: 'Sempre gostei'

Clipe também será lançado nesta sexta-feira (17)

Clipe também será lançado nesta sexta-feira (17)

Reprodução/Instagram

Léo Santana lança nesta sexta-feira (17) o novo single, Proibida para Adolescente. A nova música de trabalho é uma parceria com o funkeiro MC Du Black e mais uma aposta do cantor no gênero brega funk.

Em coletiva de imprensa online realizada na quinta-feira (16), Léo contou que, apesar de não conhecer Du Black pessoalmente, acompanha o trabalho dele há algum tempo e revelou como surgiu o dueto.

"Eu já toco as canções dele nos meus shows, ele já fazia parte do meu reportório. E a gente tem que acompanhar o que o mercado está consumindo e ele tem uma força absurda no streaming. Aí, eu pensei: 'Caramba, temos que fazer uma parceria'. O meu lado mais forte, modéstia a parte, é show, público, bilheteria... E, ele, nos aplicativos de música. Então, decidimos unir as duas forças. Acho que vai dar super certo."

Léo e MC Du Black não se conhecem pessoalmente

Léo e MC Du Black não se conhecem pessoalmente

Fotos de Reprodução/Instagram

MC Du Black também foi só elogios para Léo e disse que desde que assinou com a Universal Music, mesma gravadora do cantor, pensava em cantar com ele.

"Fiquei muito feliz com o convite, nem acreditei. Léo é gigante como pessoa e como artista. É a oportunidade de trabalhar em outro gênero e conhecer um pouco dessa pegada baiana, contagiante", declarou.

Parcerias e brega funk

Nos trabalhos mais recentes, Léo dividiu os vocais com outros grandes nomes do funk, como Anitta e Ludmilla. O cantor, que decidiu apostar novamente no brega funk, declarou que se sente muito à vontade ao misturar ritmos de música diferentes.

"Sou suspeito pra falar do brega funk. Sou muito ousado, antenado, gosto de misturar. Desde o início liderando o Parangolé, que me projetou para o Brasil, eu já misturava eletrônico com pagode da Bahia. Sempre gostei", relembrou, antes de falar das influências musicais vindas da família.

"Era uma coisa natural minha, até mesmo pelo meu modo de criação. Meus pais sempre ouviram esse tipo de música, além de músicas brasileiras, Elvis Presley, Michael Jackson, James Brown, passando por Harmonia do Samba, É o Tchan... Era toda uma mistura. Cresci ouvindo esse tipo de música e inclui no meu trabalho."

Cantores querem se reunir em show pós-pandemia

Cantores querem se reunir em show pós-pandemia

Divulgação

Por conta da quarentena pela pandemia de covid-19, as imagens do clipe da nova música, também lançado nesta sexta-feira, foram capturadas à distância.

"Gravamos cada um em sua cidade, o que pra mim foi muito estranho. É muito mais legal quando você está do lado do parceiro, tem mais interação, mais astral", lamentou Léo. "Mas não deixou de ficar incrível. O resultado ficou muito bom, diferente de tudo que gravei no sentido cenográfico, com conteúdo, inovador", garantiu.

Por conta do isolamento social, a gravação foi feita com apenas três das quatro bailarinas do cantor (uma delas estava no Rio e não pode viajar para Salvador), um diretor e dois câmeras.

O clipe também traz imagens, gravadas com celular, de pessoas em casa, no estilo da rede social Tik Tok.  "Ficou bem bacana, curti muito", reforçou o cantor.

Assista ao clipe