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Gilmelândia anuncia novo CD e elogia momento do axé: "Já não somos tão dependentes do Carnaval"

Cantora ainda critica a presença de artistas de outros gêneros na festa

Pop|Helder Maldonado, Do R7


Gilmelândia: "Carnaval precisa priorizar produção regional"
Gilmelândia: "Carnaval precisa priorizar produção regional"

Gilmelândia anunciou que vai gravar um novo CD. O disco que a cantora prepara está programado para sair logo após o Carnaval e vai homenagear o cantor Gilberto Gil.

Não é a primeira vez que ela se arrisca em homenagens a cantores que fundaram o movimento Tropicalista. Em 2011, ela já havia criado um projeto dedicado a versões de Caetano Veloso, outro ídolo da cantora.

O CD inicia uma nova fase na carreira de Gil, que surgiu na Banda Beijo em 1998, e teve passagem pelo grupo Vixe Mainha. Esse trabalho pode ser considerado uma retomada. Nos últimos anos, ela dividiu a atuação na música com a participação em programas de TV como apresentadora e repórter. 

— Estou ansiosa com esse resgate da minha carreira solo, gravar disco novo, fazer shows diferentes. 

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O lançamento do CD coincide com as comemorações de 30 anos de axé. Mas Gil jura que não foi proposital. Ela explica que só agora surgiu a oportunidade para gravar esse CD. Mas para ela o momento não poderia ser mais oportuno.

— É um ano especial para a música baiana. Porém, não devemos restringir esse marco apenas para comemorações. Discussões entre poder público, artistas e empresários seriam interessantes para criar políticas que ampliem a divulgação e o investimento na cena local.

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Carnaval

Gil comenta que a invasão de artistas de outros estilos no Carnaval é um movimento que precisa ser repensado. Apesar de ela admirar a absorção de elementos percussivos do axé na música sertaneja atual, a cantora confirma que os trios deveriam dar prioridade aos artistas locais.

— Claro que é preciso ter diversidade e oferecer espaço para outras manifestações, mas na minha visão a festa é temática e sempre teve esse perfil regional. Não pode ficar parecida como um festival de música convencional. 

Apesar dessa observação, Gil discorda de artistas que dizem que o axé passa por um momento pouco inspirado.

— Talvez não temos mais a visibilidade do passado. Contudo, a Bahia produz muitas bandas boas e criativas. Hoje já não dependemos apenas do Carnaval para tocar. O axé fica ativo o ano todo, com shows convencionais pelo Brasil e até em empresas. Não existe mais preconceito.

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