Melhor Não Ler Fim da inadimplência, das multas e do estupro no Brasil

Fim da inadimplência, das multas e do estupro no Brasil

País chegou a ter milhões de inadimplentes, uma “indústria da multa” e milhares de casos de estupro, mas tudo ficou no passado

Chegou a sua vez de ter o CPF limpinho

Chegou a sua vez de ter o CPF limpinho

Reprodução/Record TV

Quem nunca ficou endividado nesta vida e jamais foi parar no SPC que atire a primeira moeda. Quem perde o controle financeiro sabe que seu CPF vai para o beleléu sem dó, nem piedade. Ou melhor, ia. Isso porque foi regulamentada no Brasil a categoria “endividado trans”.

Agora, qualquer inadimplente que se identificar como alguém que tem todas as contas em dia deixará de ser um negativado para ser uma pessoa com o CPF mais alvo do que a neve. O SPC e a Serasa terão de excluir de seus cadastros negativos toda e qualquer pessoa que der entrada nos formulários oficiais reconhecendo-se como endividado trans.

Medidas similares estão tramitando em Brasília, como a implementação do “multado trans” – que são os motoristas que não se identificam como infratores das leis de trânsito e, portanto, não poderão ser multados – e o “estuprador trans” – que são os estupradores que se identificarem como “pessoa do gênero feminino”, ainda que possua um órgão genital masculino e que tenha sido pego em flagrante.

Esta última classificação foi inspirada em uma publicação do jornal The Times que afirma que a polícia passará a registrar tais criminosos como “mulheres”, caso eles se identifiquem desta forma. Nesse caso, seus órgãos reprodutores serão desconsiderados mesmo tendo sido utilizados para a prática do estupro.

E, por fim, também está tramitando o “vivo trans”, que é uma condição especial que se dá quando os familiares de um aposentado não reconhecem sua morte e continuarão recebendo o benefício em seu nome.

Finalmente o futuro chegou e agora vivemos em um país onde não há dívidas, infrações, crimes e nem mesmo a morte!

Esta crônica é uma ficção, mas poderia não ser...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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