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Assim não dá: Até feijão e arroz entre os maiores aumentos

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O Dieese divulgou o preço da Cesta Básica referente à reta final de 2002 (novembro e dezembro).
O Dieese divulgou o preço da Cesta Básica referente à reta final de 2002 (novembro e dezembro). O Dieese divulgou o preço da Cesta Básica referente à reta final de 2002 (novembro e dezembro).
São Paulo teve a cesta maia cara do Brasil: R$ 791,28
São Paulo teve a cesta maia cara do Brasil: R$ 791,28 São Paulo teve a cesta maia cara do Brasil: R$ 791,28
Depois vem Florianópolis:R$ 769,19
Depois vem Florianópolis:R$ 769,19 Depois vem Florianópolis:R$ 769,19
Em seguida, Porto Alegre:R$ 765,63
Em seguida, Porto Alegre:R$ 765,63 Em seguida, Porto Alegre:R$ 765,63
E a quarta cidade com maior preço é o Rio de Janeiro: R$ 765,63
E a quarta cidade com maior preço é o Rio de Janeiro: R$ 765,63 E a quarta cidade com maior preço é o Rio de Janeiro: R$ 765,63
E a comida simples, arroz com feijão, foi bastante impactada. A seguir os que ficaram mais caros.
E a comida simples, arroz com feijão, foi bastante impactada. A seguir os que ficaram mais caros. E a comida simples, arroz com feijão, foi bastante impactada. A seguir os que ficaram mais caros.
O tomate subiu 11,70%
O tomate subiu 11,70% O tomate subiu 11,70%
Depois aparece o popular Feijão preto: 7,97%
Depois aparece o popular Feijão preto: 7,97% Depois aparece o popular Feijão preto: 7,97%
O óleo de soja, o mais comum na cozinha brasileira, tornou as refeições caseiras mais caras: 6,43%
O óleo de soja, o mais comum na cozinha brasileira, tornou as refeições caseiras mais caras: 6,43% O óleo de soja, o mais comum na cozinha brasileira, tornou as refeições caseiras mais caras: 6,43%
Depois, o arroz agulhinha: 4,56%
Depois, o arroz agulhinha: 4,56% Depois, o arroz agulhinha: 4,56%
Quando se vê o ano como um todo, os alimentos foram os principais responsáveis pela inflação, de acordo com o IBGE. De forma geral, o aumento de preço de alimentos chegou a 17% em 2022.
Quando se vê o ano como um todo, os alimentos foram os principais responsáveis pela inflação, de acordo com o IBGE. De forma geral, o aumento de preço de alimentos chegou a 17% em 2022. Quando se vê o ano como um todo, os alimentos foram os principais responsáveis pela inflação, de acordo com o IBGE. De forma geral, o aumento de preço de alimentos chegou a 17% em 2022.
A cesta básica, ao longo de 2022, ficou mais cara nas 17 capitais pesquisadas pelo Dieese.
A cesta básica, ao longo de 2022, ficou mais cara nas 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. A cesta básica, ao longo de 2022, ficou mais cara nas 17 capitais pesquisadas pelo Dieese.
Tomando por base o ano inteiro, o maior aumento foi em Goiânia: 17,8%.
Tomando por base o ano inteiro, o maior aumento foi em Goiânia: 17,8%. Tomando por base o ano inteiro, o maior aumento foi em Goiânia: 17,8%.
Depois Brasília: 17,2%.
Depois Brasília: 17,2%. Depois Brasília: 17,2%.
Em seguida, Campo Grande : 16%
Em seguida, Campo Grande : 16% Em seguida, Campo Grande : 16%
E a quarta cidade com maior aumento de preço da cesta em 2022 foi Belo Horizonte: 15%.
E a quarta cidade com maior aumento de preço da cesta em 2022 foi Belo Horizonte: 15%. E a quarta cidade com maior aumento de preço da cesta em 2022 foi Belo Horizonte: 15%.
Alguns alimentos tiveram aumento, ao longo de 2022, considerado exorbitante. Veja os que subiram mais de preço.
Alguns alimentos tiveram aumento, ao longo de 2022, considerado exorbitante. Veja os que subiram mais de preço. Alguns alimentos tiveram aumento, ao longo de 2022, considerado exorbitante. Veja os que subiram mais de preço.
Batata: 67,9%
Batata: 67,9% Batata: 67,9%
Farinha de trigo: 36,1%
Farinha de trigo: 36,1% Farinha de trigo: 36,1%
Banana: 32,7%
Banana: 32,7% Banana: 32,7%
Leite integral: 26,6%
Leite integral: 26,6% Leite integral: 26,6%
As pessoas recebem um salário mínimo por mês precisaram de 17 dias de trabalho para comprar apenas os itens da cesta básica. Dureza.
As pessoas recebem um salário mínimo por mês precisaram de 17 dias de trabalho para comprar apenas os itens da cesta básica. Dureza. As pessoas recebem um salário mínimo por mês precisaram de 17 dias de trabalho para comprar apenas os itens da cesta básica. Dureza.

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