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Mulher se interna para ter bebê e tem a mão amputada

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Flipar|Do R7

Gleice Kelly Gomes da Silva, de 24 anos, teve a mão amputada em outubro em 2022, mas só agora a notícia veio à tona.
Gleice Kelly Gomes da Silva, de 24 anos, teve a mão amputada em outubro em 2022, mas só agora a notícia veio à tona. Gleice Kelly Gomes da Silva, de 24 anos, teve a mão amputada em outubro em 2022, mas só agora a notícia veio à tona.
Ela tinha dado entrado no hospital apenas para ter um bebê. Um momento especial em sua vida.
Ela tinha dado entrado no hospital apenas para ter um bebê. Um momento especial em sua vida. Ela tinha dado entrado no hospital apenas para ter um bebê. Um momento especial em sua vida.
Gleice não se importa de se identificar pelo nome. Mas não quer aparecer. Por isso, sua imagem está sendo oculta pela mídia.
Gleice não se importa de se identificar pelo nome. Mas não quer aparecer. Por isso, sua imagem está sendo oculta pela mídia. Gleice não se importa de se identificar pelo nome. Mas não quer aparecer. Por isso, sua imagem está sendo oculta pela mídia.
O parto foi no dia 10/10 no Hospital da Mulher Intermédica de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro.
O parto foi no dia 10/10 no Hospital da Mulher Intermédica de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro. O parto foi no dia 10/10 no Hospital da Mulher Intermédica de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro.
O bebê nasceu saudável, de parto normal, mas a mãe teve um forte sangramento e ficou inconsciente após perder muito sangue.
O bebê nasceu saudável, de parto normal, mas a mãe teve um forte sangramento e ficou inconsciente após perder muito sangue. O bebê nasceu saudável, de parto normal, mas a mãe teve um forte sangramento e ficou inconsciente após perder muito sangue.
Quando ela acordou, estava com um acesso na mão esquerda para receber medicamento pela veia. Tinha dor, inchaço e vermelhidão.
Quando ela acordou, estava com um acesso na mão esquerda para receber medicamento pela veia. Tinha dor, inchaço e vermelhidão. Quando ela acordou, estava com um acesso na mão esquerda para receber medicamento pela veia. Tinha dor, inchaço e vermelhidão.
Um dia depois ela deu entrada no CTI de um outro hospital da mesma rede , em São Gonçalo.
Um dia depois ela deu entrada no CTI de um outro hospital da mesma rede , em São Gonçalo. Um dia depois ela deu entrada no CTI de um outro hospital da mesma rede , em São Gonçalo.
A mão e o punho necrosaram e foram amputados quatro dias depois.
A mão e o punho necrosaram e foram amputados quatro dias depois. A mão e o punho necrosaram e foram amputados quatro dias depois.
Gleice diz que não recebeu explicações do motivo da amputação.
Gleice diz que não recebeu explicações do motivo da amputação. Gleice diz que não recebeu explicações do motivo da amputação.
Ela afirma que fica constrangida com a situação e que está sendo muito difícil aceitar a perda de parte do corpo.
Ela afirma que fica constrangida com a situação e que está sendo muito difícil aceitar a perda de parte do corpo. Ela afirma que fica constrangida com a situação e que está sendo muito difícil aceitar a perda de parte do corpo.
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O Conselho Regional de Medicina do RJ - Cremerj - está apurando as circunstâncias do caso.
O Conselho Regional de Medicina do RJ - Cremerj - está apurando as circunstâncias do caso. O Conselho Regional de Medicina do RJ - Cremerj - está apurando as circunstâncias do caso.
A Polícia Civil do RJ também abriu investigação e classificou a ocorrência como lesão corporal.
A Polícia Civil do RJ também abriu investigação e classificou a ocorrência como lesão corporal. A Polícia Civil do RJ também abriu investigação e classificou a ocorrência como lesão corporal.
Gleice diz que tem recebido apoio da família.
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