Hortência fala dos desafios da menopausa e da importância do autocuidado: ‘Quem procura, cura’
Ex-jogadora de basquete, que atua como palestrante, é a convidada do ‘Mulheres Positivas’ da semana
Viva a Vida|Do R7, com RECORD NEWS
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A ex-jogadora Hortência Marcari é um nome de referência no país, seja por sua trajetória no basquete, como também fora das quadras. Maior pontuadora da história da seleção brasileira, ela foi campeã mundial em 1994 e conquistou a prata olímpica em Atlanta-1996.
Em entrevista ao Mulheres Positivas desta quinta-feira (27), a atleta fala sobre sua atual jornada profissional, como palestrante, e relembra seus tempos em quadra. Um dos pontos destacados por ela é como o número de pontos não a importava, mas sim as vitórias conquistadas.

“Acabava o jogo: ‘Quantos pontos você fez?’ e eu falei: ‘Não sei’. Passava 5, 10 mil, não sabia e nem quanto que era a contagem, só sabia que eu ganhava o jogo. O importante é o resultado, sei que ganhei o jogo. O resto para mim, porque muita gente fica preocupada com seu rendimento, né? ‘Ah, eu fiz tanta cesta, peguei tantos rebotes e tal’. Eu sabia que joguei bem, que ajudei meu time a ganhar, mas os detalhes em si, para mim, não eram muito importantes, não”, relembra.
Um dos pontos destacados por ela é a busca por uma vida ativa e saudável, com a prática diária de exercícios físicos e boa noite de sono. Também é lembrado como há meios de a população buscar esses objetivos, seja com escolhas mais conscientes na alimentação, ou no uso de aparelhos públicos na prática de exercícios.
Com mentalidade positiva, Hortência fala da importância da determinação, de saber o que se ama fazer e no esforço de se dar o melhor nisso. Ela ressalta que, às vezes, essa resposta não será direta, com a necessidade da pessoa experienciar e explorar diferentes áreas até se encontrar.
“Tem sempre algo que você sabe fazer, algo que você descobre que pode fazer. Você vai ser uma professora, você vai ser um médico, um engenheiro, algo dentro de você, você tem a dar. O difícil é você descobrir. E para você descobrir, você tem que fazer experiências, você tem que fazer degustações, para você ver o que te faz feliz estar ali naquele momento”, aconselha.
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Aos 66 anos, a ex-jogadora relembra como foi a entrada na menopausa e como a busca por ajuda médica já nos primeiros sintomas foi fundamental para um enfrentamento mais certeiro. Assim como em seu caso, ela busca mostrar a outras mulheres a importância dos primeiros cuidados e do acompanhamento médico.
“Sou muito a favor da prevenção. Acho que você não precisa entrar, sofrer para depois buscar algo para ajudar. Eu acho que quando você está entrando naquela fase que geralmente a mulher começa a querer entrar no climatério, já busca uma solução, já busca uma ajuda, entendeu? Não espera um negócio acontecer. Tem uma coisa que as pessoas falam muito: ‘Quem procura, acha’. E a minha frase é o contrário: ‘Quem procura, cura’”, diz Hortência.
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