Análise: o que você não sabe sobre o socialismo
A princípio, o socialismo parece funcionar, mas depois, deixa uma conta impagável e a população sofre
Patricia Lages|Patrícia Lages, do R7

Se você já tentou crescer financeiramente no Brasil, certamente notou como essa tarefa é complicada. Você pensa em abrir um negócio próprio, mas se depara com uma burocracia cada vez maior, impostos absurdamente altos, regras para recolhimento de taxas dificílimas de compreender e por aí vai.
É quase impossível conhecer todas as leis, determinações e regras que o governo exige de um negócio — por menor que seja — e, quando você menos espera, sua micro ou pequena empresa está agindo ilegalmente e você vai ter de arcar com as consequências mesmo tendo se esforçado para fazer tudo direitinho.
Muitas escolas e universidades brasileiras têm doutrinado seus alunos apresentando um “socialismo de vitrine”, que aparentemente é justo e o melhor caminho para uma sociedade igualitária. Porém, socialismo não é nem de longe o que tem sido apresentado.
Antes dessa nova geração de universitários nascer, no início dos anos 2000, o Brasil estava saindo de um estado de inflação galopante para uma economia estável justamente com a facilitação do crescimento das empresas.
As reformas econômicas fizeram com que muitos investidores estrangeiros apostassem no país, pois todos os índices apontavam um crescimento promissor. Porém, quando o socialismo tomou o poder, travestido de “paz e amor” e com um discurso estilo Robin Hood, de “tirar dinheiro dos ricos para dar aos pobres”, nossa derrocada começou.
A princípio, o socialismo parece funcionar, mas depois, deixa uma conta impagável e a população sofre.
Uma das principais bandeiras do socialismo brasileiro é a de que os pobres agora podem consumir. Pura ilusão! O consumo só foi possível com a abertura do “crédito fácil”, dividindo tudo e qualquer coisa em dezenas de parcelas, fazendo com que a população se endividasse ao ponto de chegarmos à marca recorde de mais de 61 milhões de inadimplentes.
Esse número é muito pior do que parece quando lembramos que a população economicamente ativa do Brasil é de 79 milhões de pessoas, segundo o IBGE, portanto, quase 80% das pessoas economicamente ativas estão com o “nome sujo”. Além de não poderem mais consumir, os inadimplentes vivem o terror de serem cobrados dia e noite e, sob a ameaça de perderem o pouco que “conquistaram”, estão vendo seu castelo de cartas desabar.
Muitos dos mais de 13 milhões de desempregados tentam sobreviver empreendendo em algum negócio próprio e é aí que descobrem o quanto ter uma empresa — ainda que micro — é difícil nesse país.
E a pergunta é: a quem interessa que as pessoas vivam nesse aperto? A quem interessa que você dependa de um emprego e não tenha nenhuma ajuda para ter o seu próprio negócio? A quem interessa implantar um regime que prega a igualdade mas que só tem mostrado que os ricos ficaram ainda mais ricos e os pobres ainda mais pobres?
O quadro atual é que, além de desempregadas, as pessoas estão com dívidas que levarão anos para pagar e, em muitos casos, os débitos chegam a ser maiores que seu patrimônio, ou seja, ainda que vendessem tudo o que têm, não seria suficiente para quitarem suas contas.
E a pergunta que fica é: será que a promessa de igualdade tem sido cumprida ou o nosso Robin Hood é diferente?
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