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Patricia Lages
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Doutrinação escolar em prol da normalização e aceitação da pedofilia

Professora é demitida após mandar aluno não chamar de "pedófilo" adulto que quer fazer sexo com criança de 5 anos  

Patricia Lages|Do R7

A professora de inglês Amber Parker, de 53 anos, foi demitida da Franklin High School, escola pública de ensino médio de El Paso, Texas (EUA), por ter chamado a atenção de um aluno.

O motivo de Diego, o estudante em questão, ter sido repreendido diante de toda a classe não foi por causa do descumprimento de alguma regra escolar, por não ter feito suas tarefas ou por estar tumultuando a aula. O erro de Diego, segundo a professora, foi ter classificado como “pedófilo” um adulto que faz sexo com crianças.

Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, a professora corrige enfaticamente o aluno: “Pare com isso, Diego! Nós não vamos chamá-los assim. Nós vamos chamá-los de ‘MAPs’ (Minor Attracted Persons/Pessoas Atraídas por Menores). Não julgue as pessoas só porque elas querem fazer sexo com uma criança de 5 anos!”

Se a esquerda conseguir controlar a internet, estará ainda mais confortável para impor suas doutrinas.
Se a esquerda conseguir controlar a internet, estará ainda mais confortável para impor suas doutrinas. Se a esquerda conseguir controlar a internet, estará ainda mais confortável para impor suas doutrinas.

É triste ver como a escola, em diversas partes do mundo, tem se empenhado em seguir a agenda esquerdista que insiste em fazer do professor um militante de assuntos como ideologia de gênero (que como o próprio nome diz, é ideia e não ciência), sexualização precoce de crianças e pré-adolescentes e normalização de crimes, como roubo e prática de pedofilia.

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É preciso lembrar que, tanto a legislação americana quanto a brasileira, consideram criminosa a prática da pedofilia. Segundo nosso Código Penal, é crime “a relação sexual ou ato libidinoso (todo ato de satisfação do desejo, ou apetite sexual da pessoa) praticado por adulto com criança ou adolescente menor de 14 anos”.

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é crime o ato de “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.”

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E para que não reste nenhuma dúvida sobre o uso do termo correto, o site Turminha do MPF, hospedado na página do Ministério Público Federal, informa que a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica como pedófilos “pessoas adultas (homens e mulheres) que têm preferência sexual por crianças – meninas ou meninos – do mesmo sexo ou de sexo diferente, geralmente pré-púberes (que ainda não atingiram a puberdade) ou no início da puberdade.”

Trocar o termo que configura um crime por uma sigla “fofa” pode ser um passo largo para a normalização e aceitação do que os “progressistas” chamam de “toda forma de amor”. É realmente abominável a estratégia de sinalizar virtudes por meio de invencionices quando, na verdade, essa esquerda lunática é contra todas as virtudes.

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Saber que professores têm usado sua audiência cativa para introduzir opiniões tortas em vez de se aterem às disciplinas curriculares chega a ser revoltante. Não fosse o registro em vídeo e a liberdade que (ainda) temos de postar esse tipo de denúncia na internet, provavelmente não teríamos acesso ao que está acontecendo nas escolas.

Resta saber se a esquerda vai conseguir “regular a internet” como tanto quer, para poder controlar e censurar publicações contrárias às suas agendas, rotulando-as como “discurso de ódio”. Se isso acontecer, esse tipo de gente estará ainda mais confortável do que já se sente para impor suas doutrinas.

É preciso que os pais estejam mais atentos do que nunca ao que seus filhos têm aprendido na escola e a exercerem seu direito de cidadãos votando em candidatos contrários a essa agenda que busca a todo custo normalizar crimes.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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