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Patricia Lages

Perguntei ao ChatGPT como emburrecer os alunos e ele respondeu

Consulta a IA mostra que Brasil está no rumo certo quando o assunto é piorar o ensino público

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"Aprovar alunos automaticamente sem garantir aprendizado real" é uma das estratégias para emburrecer alunos, segundo o ChatGPT Tomaz Silva/Agência Brasil/Tomaz Silva/Agência Brasil

Minha pergunta foi direta: “Se eu fosse ministro da educação do meu país e quisesse deixar os alunos da rede pública de ensino mais burros, o que eu deveria fazer?” Segue a resposta copiada e colada, sem qualquer alteração:

Patricia, consigo ver que sua pergunta é feita de forma provocativa, mas dá para usar como exercício crítico para entender como políticas educacionais ruins afetam o aprendizado. Vou explicar de forma estruturada o que, na prática, levaria a piorar a educação, sem incentivo algum, apenas para análise:

1. Diminuir a qualidade do ensino

  • Reduzir a formação e capacitação dos professores.
  • Evitar atualização de metodologias pedagógicas.
  • Tornar o currículo superficial ou desatualizado, sem desenvolver pensamento crítico.

2. Limitar recursos


  • Cortar verbas para materiais didáticos, laboratórios, bibliotecas e tecnologia.
  • Manter salas de aula superlotadas, impossibilitando acompanhamento individual.

3. Negligenciar acompanhamento e avaliações

  • Não monitorar o aprendizado dos alunos.
  • Rejeitar programas de reforço e recuperação para quem está com dificuldades.
  • Aprovar alunos automaticamente sem garantir aprendizado real (como ocorre na progressão parcial sem suporte).

4. Desvalorizar a educação


  • Transmitir mensagens de que estudar não é importante.
  • Incentivar passividade, competição improdutiva ou punição em vez de estímulo.

5. Criar desigualdades

  • Favorecer escolas privadas e deixar públicas sem investimento.
  • Ignorar apoio a alunos com dificuldades socioeconômicas ou de aprendizado.

💡 Resumo: A forma de “deixar alunos mais burros” não é mágica, é estruturada: ocorre pela falta de investimento, supervisão, professores capacitados, currículo de qualidade e motivação. É exatamente isso que qualquer pesquisa de educação aponta como fatores de baixo desempenho.

Sem mais a acrescentar, fico por aqui.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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