Perguntei ao ChatGPT como emburrecer os alunos e ele respondeu
Consulta a IA mostra que Brasil está no rumo certo quando o assunto é piorar o ensino público

Minha pergunta foi direta: “Se eu fosse ministro da educação do meu país e quisesse deixar os alunos da rede pública de ensino mais burros, o que eu deveria fazer?” Segue a resposta copiada e colada, sem qualquer alteração:
Patricia, consigo ver que sua pergunta é feita de forma provocativa, mas dá para usar como exercício crítico para entender como políticas educacionais ruins afetam o aprendizado. Vou explicar de forma estruturada o que, na prática, levaria a piorar a educação, sem incentivo algum, apenas para análise:
1. Diminuir a qualidade do ensino
- Reduzir a formação e capacitação dos professores.
- Evitar atualização de metodologias pedagógicas.
- Tornar o currículo superficial ou desatualizado, sem desenvolver pensamento crítico.
2. Limitar recursos
- Cortar verbas para materiais didáticos, laboratórios, bibliotecas e tecnologia.
- Manter salas de aula superlotadas, impossibilitando acompanhamento individual.
3. Negligenciar acompanhamento e avaliações
- Não monitorar o aprendizado dos alunos.
- Rejeitar programas de reforço e recuperação para quem está com dificuldades.
- Aprovar alunos automaticamente sem garantir aprendizado real (como ocorre na progressão parcial sem suporte).
4. Desvalorizar a educação
- Transmitir mensagens de que estudar não é importante.
- Incentivar passividade, competição improdutiva ou punição em vez de estímulo.
5. Criar desigualdades
- Favorecer escolas privadas e deixar públicas sem investimento.
- Ignorar apoio a alunos com dificuldades socioeconômicas ou de aprendizado.
💡 Resumo: A forma de “deixar alunos mais burros” não é mágica, é estruturada: ocorre pela falta de investimento, supervisão, professores capacitados, currículo de qualidade e motivação. É exatamente isso que qualquer pesquisa de educação aponta como fatores de baixo desempenho.
Sem mais a acrescentar, fico por aqui.