Mãe das crianças de Bacabal impressiona com revelação
Mãe das crianças que sumiram em Bacabal se pronunciou.
Bebê Mamãe|Do R7

A mãe das duas crianças que sumiram em Bacabal no Maranhã desabafou quase um mês após o sumiço delas. Os pequenos Ágatha Isabelly, seis anos, e Allan Michael, quatro anos, desapareceram no dia 4 de janeiro juntamente com o seu primo, Anderson Kauã, oito anos.
Apenas Anderson Kauã retornou, três dias após o desaparecimento. Agora, a mãe das crianças que continuam desaparecidas, Clarice Cardoso, revelou uma conversa que teve com o menino Kauã e também apontou o que acredita que aconteceu com seus filhos.
Clarice conversou com Mary Coymbra para o can4l do Paul0 Mathias. Após semanas sem falar publicamente, Clarice desabafou sobre o caso de seus filhos. Ela começou contando o que acredita que aconteceu com as duas crianças. “O que eu acho é que tenham levado eles. É o que meu coração de mãe fala: levaram meus filhos”, afirmou.
Ela também falou sobre a questão do tr4fic0 de crianças. “Eu acredito em tráf1c0 humano, porque a mald4de humana, ela existe. Nenhuma hipótese pode ser descartada”.
Mãe das crianças desaparecidas faz revelação sobre único menino achado
A mãe das duas crianças que estão desaparecidas também fez uma revelação sobre o único menino que foi encontrado. O garotinho Anderson Kauã é sobrinho de Clarice Cardoso e ela ressaltou que não o culpa pelo que aconteceu. “Não, em nenhum momento em culpo o Kauã pelo que aconteceu. Ainda mais que ele tem o problema dele (Kauã é autist4). Ele é meu sobrinho, filho do meu irmão, em nenhum momento eu culpo ele”, contou.
Clarice então impressionou ao contar as revelações que o menino Anderson Kauã fez para ela após ter retornado. “No momento que ele chegou, eu recebi ele, abracei, ch0rei. Mas não tive reação nem de sair da cama foram muitas memórias”, ela começou dizendo.
A mãe das duas crianças desaparecidas revelou que Kauã lhe disse que, ao contrário do que foi divulgado, não houve desvio de rota por parte das crianças para fugir de um suposto tio que os teria mandado para casa. E Kauã ainda disse para Clarice que eles não foram atrás de nenhum pé de maracujá.
Clarice disse: “Pé de maracujá não existe. Eu cheguei a perguntar para ele: ‘Kauã, você ia para casa?’. E ele falou: ‘era tia, eu ia pra casa’. Ai eu perguntei: ‘ia no pé de maracujá?’. E ele falou: ‘não tia, não tem pé de maracujá’. Ele falou para mim que não tem pé de maracujá. E eu perguntei: ‘e os meninos te acompanharam?’. E ele disse: ‘foi, a gente ia para casa’. foi isso que ele me falou”.
Clarice continuou: “Não teve desvio. Ele tentou chegar na casa dele só que errou porque nesse mat0 tem vários caminhos, o povo trabalha de roça, então fica fazendo vários caminhos. E eu creio que nessa hora eles entraram no caminho errado e foram se distanciando”.
A mãe ainda afirmou que acredita que foi neste momento que alguém se aproveitou da situação para sequestr4r as crianças. “E eu acho que alguém viu a oportunidade nesse momento e levou meus filhos. Eu acho que devolveram o Kauã por causa do problema dele. Talvez essa pessoa estava até nas buscas. E acho que devolveram o Kauã também quando viram que não era meu outro menino”.
Além das duas crianças desaparecidas, Clarice também tem seu primogênito, um menino de oito anos. E este menino, de fato, além de ter a mesma idade de Kauã, também é muito parecido com ele.
A mãe também revelou que desconfia sim de uma pessoa e já relatou isso para a p0lícia. “Eu desconfio sim de alguém, mas quando eu desconfio de alguém eu passo diretamente para os delegados. Eu passo diretamente para eles. Eu não consigo imaginar que tenha o envolvimento de alguém da comunidade porque nós somos tudo família. Se tem alguém daqui eu não consigo imaginar quem é essa pessoa. Seria como uma traiçã0 contra o quil0mbo”, afirmou.

















