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Universo virtual para atores de IA preocupa artistas do mundo real

O ‘Tillyverso’ está previsto para ser lançado no final de 2026 e gira em torno de Tilly Norwood, a primeira atriz de IA

Cinema|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O "Tillyverso", um universo virtual para a atriz de IA Tilly Norwood, está previsto para ser lançado em 2026.
  • Artistas do mundo real, como Emily Blunt e Natasha Lyonne, expressaram preocupações sobre a substituição da conexão humana na atuação.
  • O Sindicato dos Atores de Hollywood argumenta que Tilly é uma personagem treinada a partir de performances reais sem autorização.
  • O debate sobre a viabilidade e impacto da atuação digital continua, questionando se essa tecnologia pode realmente superar a arte convencional.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Será que no futuro, ao invés de torcer pelo sucesso de celebridades como Wagner Moura no Oscar, a humanidade acompanharia a vitória de um ator feito por inteligência artificial? O estúdio de talentos de IA, Xicoia, acredita nessa possibilidade e por isso apresentou ao mundo, em 2025, Tilly Norwood, a primeira atriz totalmente criada pela tecnologia. Agora, a empresa quer dar mais um polêmico passo.

Os planos envolvem criar um ambiente onde Tilly e outras personalidades digitais possam interagir, trabalhar e desenvolver as próprias carreiras. O chamado “Tillyverso” deve ser lançado no fim de 2026, mas já preocupa diversos artistas da vida real.


Emily Blunt, estrela conhecida pela participação que teve em O Diabo Veste Prada, chamou a ideia de assustadora e pediu que as agências responsáveis não substituam a conexão humana dentro da atuação. Natasha Lyonne, que ficou famosa após Todo Mundo em Pânico, foi mais rígida, ao dizer que as empresas que apostam nesse tipo de projeto devem ser boicotadas pela indústria.

O Sindicato dos Atores de Hollywood também entrou na discussão e declarou que Tilly não passa de uma personagem que foi treinada a partir de performances reais sem a autorização dos artistas. Os criadores da “atriz” asseguram que a tecnologia não irá substituir ninguém, mas criar uma forma de arte.


Muitos debates ainda devem vir pela frente até ser definido se uma tecnologia que não existia há 10 anos atrás é capaz de superar uma forma de expressão milenar.

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