Famosos e TV Luiza Brunet critica decisão da Justiça em ação contra Lírio Parisotto: 'A luta será sempre difícil'

Luiza Brunet critica decisão da Justiça em ação contra Lírio Parisotto: 'A luta será sempre difícil'

TJ-SP voltou a negar reconhecimento de união estável entre ex-modelo e o empresário; nova decisão diz que os dois apenas namoraram

  • Famosos e TV | Gilvan Marques, do R7

Luiza Brunet e Lírio Parisotto

Luiza Brunet e Lírio Parisotto

AgNews

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) voltou a negar reconhecimento de união estável entre Luiza Brunet e o empresário Lírio Parisotto, em uma ação movida pela ex-modelo. Segundo a Justiça, os dois apenas namoravam. Cabe recurso. Ao R7, Luiza Brunet criticou a decisão.

"A luta será sempre difícil para nós mulheres. Um Judiciário ainda dos homens e infelizmente muitas vezes machismo e misoginia perpetuada. Por isso, luto pelos direitos das mulheres e meninas no Brasil e no mundo", disse ela.

Após a separação dos dois, o caso foi levado à Justiça. A ex-modelo perdeu o processo em segunda instância e depois recorreu à Corte superior. Questionada pela reportagem se a defesa iria recorrer novamente, Luiza respondeu. "Sim, claro. Vamos recorrer."

Briga na Justiça

Em 2016, a ex-modelo acusou Parisotto de agredi-la no apartamento dele em Nova York (EUA). Segundo depoimento de Brunet, na época, ela levou um soco no rosto e vários chutes e teve quatro costelas fraturadas. 

Durante a audiência, o empresário afirmou ser inocente das acusações feitas por ela. A defesa sustenta que Parisotto apenas se defendeu das agressões de Luiza Brunet. No processo, os advogados juntaram cópias de conversas de WhatsApp e emails que comprovariam as agressões supostamente sofridas constantemente pelo empresário.

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Em 2017, o MP-SP (Ministério Público de São Paulo) abriu denúncia contra o empresário por prática de violência doméstica contra a atriz. Na época, o promotor de Justiça Carlos Bruno Gaya da Costa relatou na denúncia um caso de natureza leve, registrado em Nova York, e um segundo episódio, de natureza grave, sete meses depois, no Brasil.

Em 2022, Parisotto chegou a ser condenado a um ano de prisão em regime aberto.

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