Maria Ribeiro detalha motivo para manter laços com ex-maridos
Em entrevista a podcast, atriz explicou sua filosofia sobre não descartar vínculos afetivos e valorizar a própria trajetória pessoal...
Vanity Brasil|Do R7

Em entrevista a podcast, atriz explicou sua filosofia sobre não descartar vínculos afetivos e valorizar a própria trajetória pessoal.
A atriz Maria Ribeiro discutiu abertamente sua relação com os ex-maridos Paulo Betti e Caio Blat durante participação no podcast ‘Tantos Tempos’. Ribeiro afirmou que opta por manter a amizade com ambos por não ver sentido em ‘jogar fora’ os vínculos construídos ao longo da vida. Para ela, transformar essas conexões em novas formas de afeto é uma maneira de honrar os anos vividos ao lado de pessoas que um dia amou.Refletindo sobre sua própria vida, Maria Ribeiro revelou que, ao completar 50 anos no ano anterior, questionou-se: ‘Gosto da minha história?’. A resposta, segundo a atriz, foi afirmativa, proporcionando uma ‘alegria muito grande’. Ela ainda acrescentou: ‘Acho que a pior parte [de envelhecer] é perder as pessoas, mas sugiro muito o exercício de olhar para trás e ver sentido em tudo que fez’.A artista comparou sua perspectiva sobre o passado a uma casa onde objetos são guardados em prateleiras. ‘Não gosto de jogar fora as relações. Quando fala dos casamentos… não quero jogar fora se eu vivi dez anos com uma pessoa. Eu reciclo, vira outra coisa, mas não quero descartar, porque são anos da minha vida’, explicou.Maria Ribeiro foi casada com Paulo Betti entre 2001 e 2005, e o casal teve um filho. Em 2005, ela iniciou um relacionamento com Caio Blat, com quem se casou em 2007 e permaneceu unida até 2017. Desse relacionamento, também tiveram um filho.A atriz fez questão de ressaltar que sua postura não se trata de um apego irracional, mas sim de uma valorização de sua história pessoal. ‘Obviamente, algumas coisas você coloca em uma prateleira mais alta e outras [não]. Mas é bom olhar para trás e falar: ‘Fiz tudo direitinho’’, declarou. Por fim, Maria Ribeiro expressou orgulho de sua trajetória e da forma como lidou com os desafios. ‘Tenho orgulho de onde estou, da minha trajetória, dos perrengues e do que fiz com os perrengues, e de como mudei’, concluiu.














