Apesar de show morno, Jason Mraz se declara aos fãs em SP: ‘Igual aos brasileiros, não existe’
Cantor norte-americano guardou os hits para o final e perdeu a chance de ganhar um coro durante toda a apresentação
Música|Larissa Lopes, do R7
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Depois de quase dez anos sem pisar no Brasil, Jason Mraz resolveu dar as caras com a Return to South America Tour, que começou em Curitiba, passou por São Paulo, Rio e ainda vai pousar Belo Horizonte e em Porto Alegre neste mês. Só que, na capital paulista, na última quinta-feira (5), o cantor norte-americano guardou os hits para o final e acabou fazendo um show morno.
Com um cenário de vitrais coloridos e vestido de boné, camiseta e calça pretos, Jason começou a apresentação sem a presença da banda — que, deve-se dizer, estava muito sincronizada e merecia aplausos pela qualidade dos músicos.
A performance foi ganhar mais energia só a partir da terceira música, em que os fãs tímidos começaram a cantar Curbside Prophet.
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Do início ao fim, ele manteve a tradição de um show intimista, como fez em 2017, e investiu na interação com o público em vários momentos. Jason Mraz chegou a arriscar um “Oi, Brasil, tudo bem?” e elogiou a conexão com a plateia: “Que lindo”.
Depois de relembrar o sucesso que faz com o público brasileiro, o cantor se declarou aos fãs com um ‘portunhol’: “Igual aos brasileiros, não existe”.

Bastou observar a plateia para entender que a imagem de Jason como trilha sonora oficial dos casais está mantida. E isso não é à toa. Na última década, o cantor ganhou espaço em novelas brasileiras, em séries de TV americanas, como Glee, e ficou conhecido pelas canções calmas, melosas e com letras românticas.
Outro detalhe importante é que, com exceção dos hits 93 Million Miles, I’m Yours, Lucky e Love Someone, que enchem o coração dos fãs, a plateia se preocupou mais em curtir o som do que em gravar com o celular. Uma diferença que merece ser comentada, já que, atualmente, isso é raro de acontecer.
O talento de Jason Mraz é indiscutível, e o cantor sabe que sempre terá uma base de fãs no Brasil. Prova disso são os setores do camarote e da pista premium completamente cheios.
Mas fica a sensação de que o show teve um pico de emoção apenas no final. Para conquistar novos fãs, vão fazer falta mais músicas “chicletes” e uma setlist pensada em não deixar o ânimo cair.
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