Música Marília Mendonça pode levar prêmio póstumo no Grammy Latino

Marília Mendonça pode levar prêmio póstumo no Grammy Latino

Cantora, que morreu no último dia 5, concorre junto com a dupla Maiara e Maraísa na categoria de Melhor Álbum Sertanejo 

  • Música | Do R7, com AFP

Marília Mendonça concorre junto com a dupla Maiara e Maraísa com o álbum 'Patroas'

Marília Mendonça concorre junto com a dupla Maiara e Maraísa com o álbum 'Patroas'

Divulgação

Uma constelação de artistas pisa, nesta quinta-feira (18), no tapete vermelho em Las Vegas, nos Estados Unidos, para a 22ª edição do Grammy Latino, que retorna ao formato presencial após a pausa pela pandemia de Covid-19. 

Durante a primeira etapa da cerimônia serão entregues 45 dos 53 prêmios da noite. A Academia Latina da Gravação anunciou um prelúdio especial para a entrega das sete categorias de língua portuguesa, nas quais se destacam grandes nomes da música brasileira como Paulinho da Viola e Martinho da Vila. 

A "rainha do sertanejo" Marília Mendonça, que morreu tragicamente em um acidente aéreo no dia 5 de novembro aos 26 anos, concorre junto com a dupla Maiara e Maraísa na categoria de Melhor Álbum de Música Sertaneja, com Patroas.

Marília Mendonça, cujas canções ultrapassam 100 milhões de reproduções no Spotify, era uma das artistas mais influentes do Brasil. A jovem artista, vencedora de um Grammy Latino em 2019 e com uma carreira meteórica, será homenageada durante a estreia de gala.

Martilho da Vila é um dos destaques entre os artistas brasileiros na premiação

Martilho da Vila é um dos destaques entre os artistas brasileiros na premiação

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Na quarta-feira (17), vários artistas indicados aqueceram os motores com uma homenagem ao panamenho Rubén Blades, Personalidade do Ano da 22ª edição do Grammy Latino.

O cantor se apresentará na cerimônia do Grammy Latino com Roberto Delgado e Orquestra, com quem iniciará a breve turnê Salswing! nos Estados Unidos, em 20 de novembro. 

Estão confirmados na premiação de hoje no MGM Grand Garden Arena C Tangana e Camilo, que são os favoritos, além da mexicana Gloria Trevi, da chilena Mon Laferte, dos cubanos do Gente de Zona, Jon Secada e do brasileiro Nando Reis.

A cerimônia também será marcada por uma recente troca de farpas entre J Balvin e René Pérez sobre o destaque que o reggaetón alcançou no ano passado, após reiteradas críticas pela ausência do gênero.

"O Grammy não nos valoriza, mas precisa de nós. (...) Damos a eles audiência, mas eles não nos respeitam", tuitou J Balvin, que neste ano recebeu três indicações, contra dez em 2020. 

O cubano Yotuel Romero, indicado com Patria y Vida nas categorias Canção do Ano e Melhor Canção Urbana, expressou seu entusiasmo na noite de quarta-feira.

"Que Deus trabalhe e que o prêmio fique em Cuba", disse Romero, que canta com seus conterrâneos Descemer Bueno, Gente de Zona e os rappers El Funky e Maykel Osorbo o rap que se tornou o hino dos protestos que abalaram Cuba em julho e que já tem mais de 9 milhões de visualizações no YouTube.

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