Pop A cara do pai, filho de Anderson do Molejão vira pagodeiro

A cara do pai, filho de Anderson do Molejão vira pagodeiro

Rafael Phelipe integra o grupo Sambashow ao lado do primo, filho de Totonho do Grupo Raça

  • Pop | Helder Maldonado, Do R7

Rafael Phelipe e Anderson do Molejão: a cara do pai

Rafael Phelipe e Anderson do Molejão: a cara do pai

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Aos 19 anos, Rafael Phelipe se prepara para seguir os passos de sucesso do pai, Anderson, vocalista do Molejão. O carioca, criado no Irajá apenas pela mãe, foi morar com o pagodeiro famoso há cerca de quatro anos.

Nesse período, ele passou a ter interesse em música e aprendeu a tocar percussão, posto que assume no grupo Sambashow ao lado de Cinderela (reco-reco), Leo Nunes (cavaquinho), Bismarcki (pandeiro), Juninho (filho do Totonho, do grupo Raça) Felipe e Eduardo.

O grupo existe desde 2013, mas Rafael participa da banda desde março. O pai foi um incentivador dessa escolha dele. Antes mesmo de ser do Sambashow, ela já ajudava o pai no escritório do Molejo. A ideia era se ambientar ao mercado musical. Até hoje, Rafael divide essa função com a atuação na banda Sambashow.

— Estamos numa fase para conquistar aquele público do subúrbio, em bairros como Abolição, Piedade e Cascadura. Só então vamos expandir para a zona sul e centro, que é o caminho natural.

Apesar da pouca idade, Rafael diz estar preparado para um eventual sucesso. Mas assume que não tem ideia de como é viver em um turbilhão de fama e assédio.

Quando ele era criança, o Molejo já havia perdido o prestígio conquistado nos anos 90. Por isso, não teve contato com a época em que o pai estava no auge.

— Eu não vivi essa fase, mas o mínimo que a gente quer é o sucesso, né? Trabalharemos para isso com certeza.

Semelhanças com o pai

Sambashow: grupo tem conquistado o subúrbio do Rio

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Apesar de muito mais alto que Anderson, Rafael guarda semelhanças físicas com o pai. E ele se orgulha disso. Apesar do vocalista do Molejão sempre ter sofrido bullying pelo sorriso com dentes encavalados, Rafael não vê nenhum problema com as comparações.

— Sou filho dele, né? Natural. Não tem problema, não. Eu gosto dessa comparação e ele também, fica amarradão.

Rafael também diz ter a mesma fama de pegador que o pai tem. Mas ele confessa que as preferências e abordagens dos dois são bem diferentes.

— Cada um tem seu jeito de chegar em uma mulheres. Nisso a gente guarda mais diferenças que na aparência. Mas gostamos bastante de xavecar, namorar, ficar.

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