A máfia de Bruna Lombardi! Elenco do musical Amor em Sampa fala do clima de família nas gravações
Atores e equipe conseguiram misturar trabalho e diversão
Pop|Felipe Gladiador, Do R7

Estreia nesta quinta-feira (25) o filme Amor em Sampa, musical escrito por Bruna Lombardi e dirigido por Carlos Alberto Riccelli e Kim Ricceli, marido e filho da atriz.
O R7 conversou com parte do elenco durante o lançamento do filme, em São Paulo. O que todos disseram é que o clima de trabalho foi totalmente família, não só porque uma família comanda o projeto, mas porque eles se deram muito bem. Bruna Lombardi é a primeira a falar sobre o assunto.
— A gente gosta de trazer essa energia de família para todo mundo com quem a gente trabalha, elenco, equipe. Eu brinco que somos uma máfia [risos].
A atriz Mariana Lima elogia o texto de Bruna e conta que topou de cara participar do projeto.
— Antes mesmo de ler o roteiro, eu aceitei fazer por causa dessa energia boa. Me coube uma participação dramática num filme que, pelo roteiro, tinha tendência para a comédia. Essa semana eu vi o filme e fiquei impressionada com a multiplicidade de gêneros que ele tem: é uma comédia, uma comédia romântica, um drama, um musical. Esse filme pode falar com várias plateias.
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Bianca Müller e Letícia Colin são melhores amigas no musical e Bianca garante que a química foi real.
— Quando eu conheci a Letícia, ... A gente casou [risos]! Ela é uma atriz incrível que eu admiro muito, a gente se conectou. Fiquei muito feliz de fazer parte de um projeto que fala de temas que podem ser difíceis, mas com um jeito tão leve.
A cantora Michele Mara também elogia o clima dos sets.
— Eu sou a única cantora que atuou e eu fico muito feliz com todo o amor que eles me receberam, eles me fizeram extrair a atriz que eu não sabia que tinha dentro de mim.
Bruna conta que ela e Michele se emocionaram, tamanha foi a conexão entre elas. A cantora, e agora atriz, vive a cozinheira Conceição, que é cheia de atitude e também canta muito bem.
— A personagem Conceição representa a invisibilidade de um público que passa pela cidade e esconde grandes talentos, grande poesia, grande emoção, grande arte. Muitas vezes esse talento não tem chances de ser revelado. Foi um “chororô” enorme no dia que a gente se conheceu. Eu falei para a Michele que ela era a personagem que eu tinha imaginado e ela me respondeu "A personagem que você imaginou é a minha mãe".
Sempre bem humorada, Miá Mello fala do susto que levou quando foi convidada para o teste do filme, onde foi surpreendida por Bruna, Carlos e Kim.
— Eu cheguei, estavam os três e eles falaram "tudo bem?", eu respondi "tudo". Aí eles "você canta?" e eu "oi?". Travei total, mas respondi “canto”. Eu comecei a cantar uma música que eu não sabia a letra, fiquei metade do tempo cantando "la la la" [risos].
Bianca também passou pela mesma situação que Miá.
— Começa que você precisa pensar em qual música cantar, né? Você pensa "Meu Deus, vou cantar o quê? Parabéns Para Você?" [risos]. Veio uma música, cantei lá na hora e deu tudo certo. A gente teve uma preparadora vocal, que foi essencial.
Kim Riccelli, que atua e dirige o longa ao lado do pai, fala sobre os contrastes de São Paulo, que motivaram a trama do filme.
— Existe o caos e é nesse caos que, muitas vezes, nasce a beleza. O caos também move as pessoas para criar, transformar, mudar. Em São Paulo, as próprias dificuldades estimulam as pessoas a serem melhores.
Bruna Lombardi completa o pensamento do filho.
— A gente fez três sessões no aniversário da cidade e eu ouvi comentários do tipo "eu preciso fazer alguma coisa pela cidade", com uma certa compaixão que nos falta hoje em dia. São Paulo é uma cidade fascinante e merece ser cuidada com carinho.
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