Família de Chimamanda acusa hospital de negligência após morte do filho de 21 meses
Escritora nigeriana vive tragédia familiar; instituição nega falhas e promete investigação

A família da premiada escritora Chimamanda Ngozi Adichie acusa o Hospital Euracare, em Lagos, de negligência médica após a morte de seu filho de 21 meses, Nkanu Nnamdi, na última quarta-feira (7).
Segundo os familiares, o bebê teria recebido sedação excessiva e não teve acesso ao oxigênio necessário, o que teria provocado uma parada cardíaca. A instituição nega irregularidades e afirma que seguiu protocolos internacionais.
Acusações de falhas graves no atendimento
Em entrevista à emissora Arise TV, Anthea Nwandu, cunhada da escritora, afirmou que o diretor médico admitiu a sedação em excesso.
Ela também acusa a equipe de deixar a criança sem supervisão, negar oxigênio e realizar transporte inadequado, o que teria causado lesão cerebral.
Um relato privado de Chimamanda, que vazou na internet, reforça as acusações.
A porta-voz da família, Omawumi Ogbe, lamentou a divulgação do texto, mas destacou que ele expõe “falhas clínicas devastadoras” e pediu responsabilização.
Hospital nega negligência e anuncia apuração
Em comunicado, o Hospital Euracare expressou condolências e afirmou que Nkanu chegou em estado crítico após passar por dois centros pediátricos.
Segundo a instituição, “o atendimento seguiu padrões internacionais, incluindo a administração de sedação”. A direção informou que uma investigação detalhada está em andamento.
A tragédia ocorre em meio a uma crise no sistema de saúde nigeriano, marcada pela falta de médicos e sobrecarga de trabalho. Chimamanda, autora de obras como Americanah e do ensaio Sejamos Todos feministas, teve seus gêmeos por meio de barriga de aluguel em 2024.
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