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Ícone intelectual da esquerda e fã de Lula, Chomsky compartilhou viagens e jantares com Epstein

Documentos revelados recentemente mostram maior proximidade entre o linguista e o financista morto em 2019

Estante da Vivi|Vivian MasuttiOpens in new window

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O linguista Noam Chomsky com o bilionário Jeffrey Epstein, condenado por exploração sexual House Oversight Democrats via CNN Newsource

Linguista, filósofo, sociólogo e cientista cognitivo, o americano Noam Chomsky, hoje com 97 anos, era um dos meus ídolos quando cursei a faculdade de Letras. Era.

O ícone intelectual assumiu a identidade de conselheiro de predador sexual já em 2019, quando expressou solidariedade ao bilionário Jeffrey Epstein — mesmo ano em que o financista foi encontrado morto na prisão.


“O que os abutres desejam ardentemente é uma resposta pública que depois lhes dê abertura […] Isto é especialmente certo agora, com a histeria que se desenvolveu em torno do abuso de mulheres, que chegou ao ponto em que até mesmo questionar uma acusação é um crime pior que assassinato.”

Agora, documentos revelados na última semana mostram que a ligação entre os dois era ainda mais próxima.


Trocas de emails mostram que a relação ia além dos conselhos financeiros apontados pelo linguista: tratavam de convites para encontros, viagens e jantares.

Chomsky costuma ser mais conhecido dos brasileiros por ter visitado Lula na carceragem de Polícia Federal em Curitiba, quando o presidente estava preso. Eles se reencontraram em 2024.


Em uma das mensagens trocadas com Epstein, o cientista diz estar “fantasiando” com uma ilha no Caribe ao responder a um convite.

Professor emérito do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), o linguista está afastado de suas funções desde 2023, por motivos de saúde. Ele não se pronunciou sobre o caso.

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