Memorial aos Mamonas Assassinas deve ser feito, mas precisa desenterrar os mortos?
Exumação 30 anos após acidente divide fãs entre homenagem e desrespeito ao descanso eterno
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Polêmica póstuma! A decisão de exumar os corpos dos integrantes da banda Mamonas Assassinas — Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli — 30 anos após o acidente aéreo que tirou a vida do grupo está dando o que falar…
A ideia é transformar as cinzas em árvores no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, criando o chamado Jardim BioParque Memorial Mamonas. Em tese, um memorial ecológico que poderia servir também para homenagear outros familiares.
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Mas será mesmo que era preciso mexer com quem já está descansando? Muitos fãs dizem que o tributo já existe — nas músicas, na memória afetiva e na história meteórica que marcou os anos 90.
O argumento é simples: o memorial pode e deve ser feito sem desenterrar os corpos. Mexer nas vítimas depois de tanto tempo soa invasivo, desnecessário e, para muitos, desrespeitoso.
Vale lembrar que o segurança Sérgio Saturnino Porto, que também morreu no acidente, foi enterrado no mesmo local que a banda, e ainda não há confirmação se o corpo dele passará pelo mesmo processo.
Entre homenagem e controvérsia, a pergunta continua no ar: tributo emocionante ou decisão desnecessária que mexe com quem não pode mais se defender?
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