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Flavio Ricco
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Leo Miranda, diretor de A Rainha da Pérsia, tem muitos motivos para comemorar

Comandante da superprodução bíblica está completando 50 anos, 33 de profissão e 20 de Record

Flavio Ricco|Flavio RiccoOpens in new window


Leonardo Miranda e Nathalia Florentino nas gravações do Marrocos Instagram

O diretor Leonardo Miranda está vivendo um momento muito especial em sua vida e carreira, comemorando a chegada dos 50 anos, simultaneamente com os 33 de profissão e 20 de Record. No instante em que também conduz as gravações finais de “A Rainha da Pérsia”, superprodução da parceria Record-Seriella, que terá a sua última cena gravada neste sábado.

A série, vale destacar, é o conteúdo de dramaturgia mais visto fora da Globo em TV aberta, elogiado por público e crítica. “Rainha da Pérsia” é um marco na minha carreira”, afirma o diretor.

Na conversa a seguir, Miranda fala sobre o “privilégio” de dirigir “A Rainha da Pérsia”, o trabalho desenvolvido pela produtora Seriella e a escolha de Nathalia Florentino para viver a protagonista Ester, entre outros assuntos:

Você vinha trabalhando em “Reis” desde a segunda temporada e precisou deixar a série para conduzir esse novo projeto inteiramente do zero. Como foi esse desafio?

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LM: “Rainha da Pérsia” é um marco na minha carreira. Ser escalado para dirigir uma história tão importante foi um privilégio. Só tenho a agradecer a confiança da Seriella.

“Rainha da Pérsia” marca a volta da Record às gravações internacionais no Marrocos, mobilizando um grande número de profissionais brasileiros e também locais. Como foi essa experiência?

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LM: Voltar a gravar no Marrocos foi uma iniciativa incrível, o projeto tomou outras proporções. A cultura marroquina oriental nos ajudou muito a imergir no mundo persa. Sem falar das locações deslumbrantes que enchem os olhos e dão uma veracidade única.

As séries bíblicas têm movimentado centenas de profissionais no Brasil e até mesmo no exterior, por causa da mão de obra e figurinos. Além de apresentar novos valores!

LM: Isso é muito bom. O mercado fica aquecido. Centenas de profissionais trabalhando diariamente, além da oportunidade de conhecer ótimos atores.

A audiência de “A Rainha da Pérsia” está em destaque desde a estreia, incluindo mercados como São Paulo e Rio de Janeiro. Além disso, a crítica tem feito elogios à produção.

LM: Fico muito feliz que as pessoas estão se identificando com a história. Isso quer dizer que estamos no caminho certo. Um trabalho de equipe, com uma produção caprichada e um elenco muito bom. É o primeiro projeto 100% Seriella. Me orgulho muito de estar fazendo parte desse time.

Nas redes sociais, é possível constatar muitos elogios à escolha de Nathalia Florentino para viver a protagonista Ester. Após o teste da atriz, você sentiu que seria ela a escolhida?

LM: No teste da Nathalia, vi um brilho, uma espontaneidade, uma criança muito viva. Carisma. Sabia que ela tinha grandes chances.

Como é liderar essa grande equipe que compõe “A Rainha da Pérsia”?

LM: Meu maior desafio como diretor é fazer com que a história chegue até as pessoas, que as toque. Elas precisam acreditar no que estão vendo. Conseguimos isso sendo o mais fiel possível à Bíblia e buscando o máximo de realismo em todos os departamentos: atuação, caracterização, cenografia, figurino, fotografia... Tudo tem que parecer de verdade. Esse processo tem sido muito prazeroso, orquestrar uma equipe tão bacana. Leveza e respeito fazem parte dos nossos bastidores. É um clima familiar.

Você trabalha há quantos anos na dramaturgia da Record?

LM: Estou fazendo 20 anos de Record. Orgulho dessa jornada de muito trabalho e aprendizado. Só tenho a agradecer pelas oportunidades que me foram dadas e pelos profissionais incríveis que tive o privilégio de trabalhar. Agradeço a todos. Sem eles, não estaria aqui. E principalmente à minha família e a Deus. Outro fato que torna esse momento especial: estou completando 50 anos e 33 de profissão.


Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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