Flavio Ricco No “Domingo Espetacular” Cabrini conta como encontrou o Afeganistão

No “Domingo Espetacular” Cabrini conta como encontrou o Afeganistão

Cabrini sendo abordado pelo Talibã quando documentava a fome e a penúria em uma vila nômade afegã

Cabrini sendo abordado pelo Talibã quando documentava a fome e a penúria em uma vila nômade afegã

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Em uma reportagem, hoje, no “Domingo Espetacular”, Roberto Cabrini revelará em detalhes como encontrou o Afeganistão, em sua terceira viagem para aquele país.

Há quase uma semana lá e há pouco em contato com a coluna, disse que em Cabul, por exemplo, os negócios não param de fechar. As pessoas que ficaram na cidade só compram comida, deixando todo o resto do comércio às moscas.

Algumas lojas, que se mantem abertas, não têm mercadoria para vender. Uma cidade também repleta de refugiados, com muitas pessoas desalojadas. Uma crise humanitária sem precedentes.

Outras pessoas, de acordo com Cabrini, mostram-se confortáveis com a presença dos talibãs e defendem a presença deles, porque interpretam que o crime acaba diminuindo. Não existem roubos e adultérios porque os castigos são extremamente severos.  As mãos de ladrões, por exemplo, são cortadas.

Cabrini revela que foi interceptado várias vezes pelos talibãs, tanto a caminho de Cabul, como na capital, e as fotos que ele levou da cobertura de 1996, quando lá esteve, se revelaram muito úteis, porque eles têm muito orgulho deste período.

A reportagem desta noite vai mostrar tudo isso em detalhes.

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