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Flavio Ricco
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No Domingo Espetacular, Cabrini vai a Muzambinho para contar a história de Milton Neves

Programa foi à cidade de Minas Gerais, onde o jornalista nasceu e hoje é dono de um grande patrimônio

Flavio Ricco|Do R7 e Flavio Ricco

Milton Neves e Roberto Cabrini nas ruas de Muzambinho
Milton Neves e Roberto Cabrini nas ruas de Muzambinho Milton Neves e Roberto Cabrini nas ruas de Muzambinho (divulgação)

Milton Neves é um nome dos mais conhecidos do jornalismo esportivo.

Nascido em Muzambinho, ele conseguiu na Continental, da sua própria cidade, aos 16 anos, o primeiro emprego em uma rádio e de lá passou por Goiânia e Curitiba, até se mudar definitivamente para São Paulo, em 1982, contratado pela rádio Jovem Pan.

Tendo como eterno professor Fernando Vieira de Melo, Milton começou como repórter e setorista do Detran, mas acabou efetivado como plantão esportivo no momento em que Narciso Vernize decidiu se dedicar inteiramente à previsão do tempo.

Foi a oportunidade que faltava, para alçar voos mais altos, como comandar o “Terceiro Tempo”, após as transmissões do futebol e daí ingressar na televisão.

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Antes, claro, teve alguns tropeços, como não ter o seu nome aprovado pela TV Cultura para participar do “Cartão Verde”. Só que isso acabou fazendo com que se abrissem as portas para a maior oportunidade da sua vida: trabalhar na Record.

O “Terceiro Tempo” foi transformado também em programa semanal de televisão, além do “Debate Bola”, todos os dias, na hora do almoço. Na Record ainda, foi apresentador do “Cidade Alerta”, substituindo José Luiz Datena em uma das suas saídas, e do programa “Roleta Russa”.

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Transferiu-se depois, em fins dos anos 2000, para a Rádio e TV Bandeirantes, onde ficou até o final de 2023.

Milton soube acumular durante a sua vida um patrimônio dos mais importantes. Em 2020, teve a infelicidade de perder Lenice, o amor da sua vida.

Toda essa história e muitos detalhes mais serão revelados amanhã, no “Domingo Espetacular”, em uma reportagem do Roberto Cabrini.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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