Flavio Ricco Ordem na Globo é trabalhar com elencos mais enxutos

Ordem na Globo é trabalhar com elencos mais enxutos

Chay Suede vive Ari, crítico ferrenho do mau uso do poder, em “Travessia”

Chay Suede vive Ari, crítico ferrenho do mau uso do poder, em “Travessia”

Fábio Rocha

A exemplo de outras novelas da Globo, “Travessia”, novo trabalho de Gloria Perez para as 21h, com estreia em outubro, também terá um número reduzido de atores em cena.

Se ultrapassar a marca de 30, já será motivo de festa. A política de agora, em relação à escalação de atores, está cada vez mais rígida, a fim de conter gastos e tornar os roteiros mais ágeis.       

Dirigida por Mauro Mendonça Filho, a trama reúne nomes como Grazi Massafera, Chay Suede, Rômulo Estrela, Lucy Alves, Jade Picon, Giovanna Antonelli, Alexandre Nero, Alessandra Negrini, Vanessa Giácomo, Rodrigo Lombardi, Drica Moraes, Humberto Martins, Ailton Graça, Dandara Mariana e Bel Kutner.

"Travessia" terá em torno de 150 capítulos e, como é a marca da dramaturgia de Glória Perez, abordará questões culturais e atuais da sociedade brasileira.

De acordo com a autora, o ponto de partida da história é uma deep fake (inteligência artificial usada para fazer montagens substituindo rostos e vozes em vídeos realistas) produzida aleatoriamente e divulgada nas redes sociais.

Um grupo de jovens, em Portugal, faz a montagem de brincadeira, sem avaliar o quão prejudicial ela pode ser. Do outro lado do mundo, no interior do Maranhão, essa ação impacta e transforma radicalmente a vida de Brisa (Lucy Alves), que se vê obrigada a encarar uma longa e complexa travessia para recuperar sua identidade e sua vida.

Folhetim clássico que promete apresentar dramas humanos, encontros, desencontros, amores, decepção, ambição e o debate sobre limites éticos e morais num mundo que ainda aprende a lidar com o ônus e o bônus trazidos pela internet.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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