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Petrônio Gontijo relembra trabalho em 'Gênesis': ‘foi tudo muito cuidadoso’

A superprodução  está novamente em cartaz nas noites da Record

Flavio Ricco|Do R7 e Flavio Ricco

Petrônio Gontijo faz questão de destacar o trabalho realizado em "Gênesis"
Petrônio Gontijo faz questão de destacar o trabalho realizado em "Gênesis" Petrônio Gontijo faz questão de destacar o trabalho realizado em "Gênesis" (Divulgação )

A superprodução “Gênesis”, que movimentou milhares de profissionais, está novamente em cartaz nas noites da Record. Um trabalho que Petrônio Gontijo, intérprete de Jacó na trama, guarda as melhores recordações, tanto pelo desempenho da equipe (atores, produtores, técnicos e a direção dos irmãos Miranda) quanto da própria emissora, que desenvolveu o projeto em um período difícil, como foi o da pandemia da Covid.

“Foi uma novela maravilhosa, em que tive a oportunidade de contracenar com grandes atores, que fizeram todos os meus filhos, grandes atrizes, que fizeram as esposas de Jacó. Então, eu tava com uma turma muito interessante, muito talentosa, a fim que fosse passado ali o melhor de nós através do texto”, declara o ator à coluna.

De acordo com Petrônio, estavam todos unidos para que tudo acontecesse da melhor forma. Ele destaca a interação com o diretor Edgard Miranda, “que na época só me pediu para que eu me preocupasse com a minha respiração e com o texto, que eu fosse com calma, que eu só me preocupasse com isso, com o “time, com o tempo".

Isso contribuiu demais para o seu desempenho, estar pleno, aberto, para todas as pessoas com quem contracenava.

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“Lembrança maravilhosa que eu tenho de toda essa época foi a união (da equipe) pra conseguir fazer a novela acontecer com toda a sua excelência no meio de uma pandemia. Um momento muito delicado que todo o mundo atravessou. O resultado é esse que está na tela. Uma família incrível. Uma família imensa. Isso foi muito bacana de experimentar. De viver”.

O ator classifica como seu maior desafio nessa produção entrar na novela para dar sequência ao trabalho desenvolvido por Miguel Coelho:

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“Eu tinha que passar credibilidade a essa transição, apesar que havia um longo tempo de mudança entre nós dois. Jacó estava ali no seu auge, pelos 50 anos, e o personagem foi até 130 anos. Então, dar essa credibilidade, fazer com que ele se parecesse com a forma como o Miguel já estava fazendo, e, ao mesmo tempo, esse hiato, que ele amadurece e aparece já com 50 e poucos anos. Essa credibilidade me preocupava muito, de chegar até um ancião de 130 anos. Fazer isso da forma mais delicada e crível possível foi meu grande desafio nessa empreitada de Gênesis.”

Petrônio relembra também os cuidados adotados pela Record para tocar a novela durante a pandemia: “Foi tudo feito com muito cuidado e excelência. Ensaiávamos de máscaras, fazíamos testes de Covid de 3 em 3 dias. Não peguei Covid. Foi tudo muito cuidadoso.”

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À época, a equipe também colaborou bastante, evitando frequentar ambientes com muita gente.

“Era hotel e gravação. Gravação e hotel. Esse tipo de cuidado para que a produção pudesse acontecer na sua excelência, com o tamanho que poderia acontecer”, finaliza.

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