Entre o palco e a câmera: quando improvisar vira regra
Sem roteiro, sem segunda chance — e com muito aprendizado
O dia em que eu fui ao teatro foi muito diferente pra mim, porque eu nunca tinha tido contato com esse lado artístico, que é bem distinto da televisão.
Eu fui como comunicador mesmo, curioso, querendo entender a diferença entre atuar no teatro — que é ao vivo, sem chance de errar — e atuar numa novela, onde tudo é gravado e existe a possibilidade de repetir.

E foi muito legal perceber como tudo se conecta: é como apresentar um programa ao vivo versus um programa gravado. Eles me explicaram que, no teatro, o show continua, e que muitas vezes o erro vira improviso.
E isso me fez lembrar de tudo que eu venho aprendendo nessa caminhada: improvisar é essencial.
No fim, ainda me colocaram pra fazer uma encenação com eles, e eu tive que entrar e improvisar ali na hora. Não acho que fui muito bem — sinceramente, acho que não levo muito jeito pra atuar — mas foi uma experiência incrível e me mostrou que eu funciono melhor mesmo na espontaneidade.
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