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Meu primeiro dia na Record: nervosismo, aprendizado e uma ‘aula’ com o Gottino

Na verdade, eu abracei a ideia de que eu vou errar muitas vezes. Mas uma hora eu vou chegar lá

João Liberato Sem Roteiro|João LiberatoOpens in new window

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Eu lembro como se fosse hoje do meu primeiro dia na Record. Eu cheguei super nervoso — afinal, era o começo de uma fase totalmente nova pra mim. Eu estava ali pra gravar, pra trabalhar, pra viver de verdade aquele sonho de estar na televisão.

E o que eu não imaginava é que, logo no primeiro dia, eu já teria um desafio enorme pela frente.


João Liberato continua seus aprendizados e foi até o estúdio do Cidade Alerta conversar com Gottino Reprodução/Instagram

Assim que cheguei, eu descobri que teria que interagir e entrevistar ninguém menos que o Gottino. Sim, o Gottino. Um astro da televisão e do jornalismo, com décadas de experiência. Eu fui até o camarim dele com aquele nervosismo clássico de quem está começando… mas, ao mesmo tempo, com muita vontade de conversar, de aprender e de me expressar na frente das câmeras.

A gente foi pro palco do Cidade Alerta e, ali, ele me deu várias dicas. Eu posso dizer com tranquilidade: aquilo foi uma aula. Uma aula mesmo. Teve até um momento em que eu contei a história do cachorro caramelo na rodovia — e, no meio disso tudo, eu fui percebendo o quanto aquele universo exige mais do que parece.


Porque, quando a gente vê um apresentador na televisão, dá a sensação de que é algo simples. Parece que é só chegar, falar e pronto. Mas, na prática, é completamente diferente.

Os testes que eu fiz com o Gottino foram super difíceis. Eu até achava que seria mais fácil, mas eu senti na pele como é complicado ter a entonação de voz certa, improvisar, ter jogo de corpo, manter a postura, transmitir seriedade… O Gottino estava ali, firme, com aquela presença de palco impressionante. E eu, mesmo tentando, já percebi que estava me mexendo demais.


Na hora do improviso, eu senti que dei uma errada. Não consegui improvisar tão bem quanto ele. Mas aí vem a parte mais importante: isso tudo se resume a anos de carreira. Ele tem décadas de experiência. Eu estava começando.

Mesmo assim, eu não acho que fui mal. Eu acho que eu me saí bem, dentro do que era possível naquele primeiro dia. Mas foi difícil. E eu tenho muito a melhorar.


Com o tempo, eu comecei a perceber detalhes que, antes, eu nem imaginava que existiam. Nos primeiros dias, por exemplo, eu ficava muito nervoso e isso aparecia no meu corpo. Eu balançava, eu ficava pensando “onde eu coloco a minha mão?”, “será que eu estou estranho?”, “será que eu estou me mexendo demais?”. Eu lembro de pensar isso não só com o Gottino, mas também com a Carolina Ferraz.

Só que o mais legal desse projeto é justamente isso: ele é sobre aprendizado. Sobre os primeiros passos na televisão. E por causa disso, eu não fiquei com medo de errar.

Na verdade, eu abracei a ideia de que eu vou errar muitas vezes. Mas uma hora eu vou chegar lá. Eu quero me tornar um comunicador. E da mesma forma que meu pai aprendeu do zero, eu vou aprender do zero também.

E é muito bonito ver a evolução. Porque hoje eu já me sinto mais solto, mais confortável e mais confiante toda vez que ligam a câmera e chega a hora de gravar.

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