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O carinho que encontrei em Salvador

Longe de casa, senti de perto o afeto do público e a certeza de que o legado atravessa o Brasil

João Liberato Sem Roteiro|João LiberatoOpens in new window

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Nas gravações pelas ruas da cidade, encontrei memória, acolhimento e uma conexão difícil de explicar. Arquivo

Gravar em Salvador foi especial de um jeito difícil de explicar. Eu sempre gostei de ter contato com o público, mas viver aquilo nas ruas da cidade me tocou profundamente. Enquanto a gente gravava, muitas pessoas se aproximavam para pedir foto, conversar e falar da saudade que sentem do meu pai. Aquilo me fez pensar: eu estava tão longe de São Paulo, da minha casa, e mesmo assim encontrava gente demonstrando um carinho enorme, torcendo por mim. O Brasil é tão grande… será que em cada estado eu sentiria isso também? É uma sensação até difícil de entender. As pessoas me reconheciam, reconheciam meu pai, queriam demonstrar afeto. E receber esse carinho é algo muito, mas muito especial. Me dá força para continuar.

Também fiz uma coisa que eu amo: mergulhar na cultura local. Provei acarajé, abará — esse, inclusive, por recomendação da Carla Perez — e conversei com mulheres incríveis de Salvador. Meu pai adorava viver essas experiências, e eu tenho certeza de que herdei isso dele. Morei muitos anos nos Estados Unidos e posso dizer: o acolhimento do brasileiro é diferente. Salvador me lembrou disso. Foi uma troca genuína, cheia de afeto — e momentos assim fazem tudo valer a pena.

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