O dia em que a Record apareceu na minha porta (e eu entendi o que é viver tudo com espontaneidade)
Foi especial por um motivo enorme: o meu primeiro contato real com o projeto ‘João Liberato em Construção’

Eu nunca vou esquecer o dia em que a produção da RECORD apareceu na minha casa.
Eu acordei, fui até a porta… e quando abri, levei um susto: tinha um monte de câmera, microfone, equipe, todo mundo ali, pronto para começar. Foi um daqueles momentos em que você pisca e pensa: “Caramba… é isso mesmo? É real?”
Eu não estava esperando por aquilo.
Mas, ao mesmo tempo, eu entendi rapidamente a proposta: aquele dia seria sobre mostrar quem eu sou de verdade. Meu dia a dia. Sem roteiro. Sem pose. Só a vida acontecendo — e eu vivendo.
Eu fui pra cozinha, tomei meu café da manhã, me arrumei e logo a gente saiu. Não deu nem tempo de pensar muito. Quando eu vi, já estava no carro a caminho da RECORD.
E aquele dia foi especial por um motivo enorme: foi meu primeiro contato real com o projeto: João Liberato em Construção.
Eu já conhecia a equipe, mas não tinha como o encontro ser mais íntimo do que aquele. Eles estavam literalmente dentro da minha casa, me acompanhando desde o primeiro minuto do dia. E isso, de alguma forma, me deixou mais tranquilo.
Porque ali eu percebi que o segredo era um só: espontaneidade. Era sobre eu ser eu. Mesmo assim, eu confesso: eu estava tenso.
No caminho, bateu aquele frio na barriga. E foi aí que eu fiz uma coisa que, hoje, faz todo sentido pra mim — eu liguei pra minha mãe. Eu não planejei. Foi impulso. Eu só senti que precisava ouvir a voz dela.
Minha mãe é a pessoa mais importante da minha vida. É ela quem sempre esteve do meu lado, com um amor infinito, me apoiando em tudo. E eu queria dividir aquele momento com ela, porque… é um orgulho muito grande. Eu lembro direitinho de falar com ela: “Mãe, adivinha onde eu tô indo? Tô indo pra RECORD. Meu primeiro dia de gravação.”
E ela ficou toda feliz, me deu conselhos, falou coisas que me acalmaram. Eu mostrei até o pessoal da produção no carro e ela entrou na energia daquele momento comigo. Foi muito bom. Foi como se eu respirasse de novo.
Quando eu cheguei na RECORD, eu achei que já tinha vivido a parte mais intensa do dia. Eu estava enganado. Assim que eu entrei, me disseram que eu já tinha um camarim. E eu pensei: “Caramba… o negócio tá sério.”
Quando eu abri a porta do camarim, veio a maior surpresa. Tinha uma foto minha ali. Já com o símbolo do Domingo Espetacular, da RECORD. E, como se isso não fosse suficiente, tinha também porta-retratos com fotos minhas e da minha família. Na hora, eu senti um negócio diferente.
E então veio a parte que me derrubou de verdade: aquele era o camarim do meu pai. O camarim que ele usava na Record. Eu não acreditei. Eu parei e pensei: “Nossa… agora é pra valer.”
Foi naquele instante que eu senti borboletas no estômago. Um misto de emoção, saudade, orgulho e responsabilidade. Eu fiquei com os olhos cheios d’água, porque era como se eu estivesse sendo recebido ali de um jeito muito simbólico. Como se aquele lugar dissesse: “Agora é com você.”
A RECORD me pegou de surpresa várias vezes naquele dia. Aparecerem na minha casa. Prepararem o camarim. Organizarem detalhes com pessoas importantes pra mim… tudo foi acontecendo sem combinar nada. E eu acho que foi exatamente isso que deixou tudo tão bonito.
Porque, no fim das contas, aquele dia não foi sobre perfeição. Foi sobre verdade. Foi sobre espontaneidade. Foi sobre eu mostrar, sem filtro, a minha felicidade de estar vivendo aquele momento — e o quanto aquilo significava pra mim.
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