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Por trás da bancada: o que aprendi com Mariana Godoy e Edu Ribeiro

Foi muito especial conhecer esse lado mais sério da televisão, do jornalismo, por dentro

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João Liberato com Edu Ribeiro e Mariana Godoy no JR Arquivo Pessoal

O dia em que eu encontrei o Edu e a Mariana, eu estava nervoso.

Mas nervoso de verdade.


Quando eu fui falar com a Mariana Godoy, eu senti aquele frio na barriga que sobe do nada — porque ela é uma profissional com muitos anos de carreira. E eu queria muito fazer um bom trabalho.

Queria parecer natural, mostrar que eu tinha um motivo pra estar ali, mesmo ainda aprendendo. Só que, ao mesmo tempo, eu também estava vivendo uma daquelas situações que a gente demora pra acreditar. Eu estava dentro da Record.


E naquele dia, eu pude ver como funciona, de verdade, o setor de jornalismo.

Edu Ribeiro e Mariana Godoy têm um jeito mais sério, mais “jornal”, diferente do entretenimento. E eu lembro que, no começo, eu estava travado. Mas aí aconteceu uma coisa que me salvou: a curiosidade. Eu sou uma pessoa curiosa. Muito.


E foi exatamente isso que fez meu nervosismo diminuir. Porque eu comecei a pensar: “cara… olha onde eu estou. Olha essa oportunidade”. E, de repente, eu parei de tentar parecer perfeito e comecei a fazer perguntas que eu realmente tinha vontade de fazer.

A primeira foi uma daquelas coisas que eu sempre me perguntei assistindo TV: Eu perguntei pra eles o que conversavam no final do jornal, quando os créditos sobem e os dois continuam batendo papo na bancada. Aquilo é real? Eles estão falando mesmo? É só pra câmera?


E aí veio outra curiosidade, ainda mais “de bastidor”: o ponto no ouvido.

Eu perguntei como funciona quando uma notícia inédita sai bem na hora em que eles estão ao vivo. Como eles recebem? Como é que eles reagem? Como entra a informação?

E eles me explicaram tudo. Com calma, com paciência, com aquele jeito de quem já vive aquilo há anos — mas ainda assim se importa em ensinar.

E no meio disso tudo, teve um momento que me marcou muito: quando a Mariana olhou pra mim e falou, com um sorriso, que tinha me visto criança.

Ela disse algo como: “eu te vi quando você era pequenininho”. E comentou que conhecia meu pai. Aquilo me desmontou. De um jeito bom.

Um bate-papo descontraído com Mariana Godoy nos bastidores do Jornal da Record Reprodução/RECORD

Porque, na mesma hora, eu me senti mais tranquilo. Como se eu não estivesse mais diante de uma “estrela do jornalismo”, mas de alguém que estava ali, humana, generosa, me recebendo com carinho.

Eu não estava esperando isso.

Eles tinham pouco tempo, mas mesmo assim a Mariana e o Edu fizeram questão de tirar alguns minutos para gravar comigo, responder minhas perguntas, mostrar um pouco dos estúdios e me deixar viver aquela experiência de perto.

No fim, eu saí de lá com a sensação de que tinha aprendido muito — e de que aquele dia foi um daqueles que a gente guarda.

Foi um grande aprendizado. E foi muito especial conhecer esse lado mais sério da televisão, do jornalismo, por dentro.

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