Um dia para guardar no coração
Gravar na casa da minha avó, revisitar memórias do meu pai e ver o orgulho nos olhos dela foi um dos momentos mais especiais dessa jornada

Ir à casa da minha avó para gravar aquele dia foi um dos momentos mais especiais dessa jornada. Foi a primeira vez que dividimos juntos um projeto meu com uma equipe de produção, e poder mostrar para ela no que estou trabalhando teve um significado enorme. Ver o orgulho nos olhos dela foi algo que me marcou profundamente.
Passamos um tempo juntos no pomar, rimos bastante e ela ainda autorizou que mostrássemos um pouco do escritório que foi do meu pai quando ele morava ali — um espaço cheio de memórias, quadros e histórias.
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Fizemos até uma brincadeira dizendo que a produção queria levar tudo para o acervo, e a reação educada (e claramente desconfiada) dela foi inesquecível.
Entrevistar minha avó foi emocionante. Ela é engraçada, carinhosa e alguém que eu amo de paixão. Meu pai era completamente apaixonado por ela, e sinto que carrego o mesmo cuidado e amor que ele sempre teve.
Quando contei que estou trabalhando na RECORD, ela ficou radiante, visivelmente orgulhosa, e até me deu algumas dicas — afinal, acompanhou de perto toda a carreira do meu pai.
Poder olhar nos olhos dela naquele momento e sentir esse orgulho foi gratificante de um jeito que não dá para explicar. Foi uma gravação especial, daquelas que a gente guarda no coração.
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