Quando a Vara de Justiça vira narrativa de casos comuns

Com prefácio de Ana Maria Machado, o livro trata da vida

Narrativa prende o leitor em casos da vida

Narrativa prende o leitor em casos da vida

Divulgação

Uma das maiores façanhas de uma obra é fazer com que o leitor se identifique com a história e se emocione com os dramas e sucessos de seus personagens. É assim que Andréa Pachá narra as tramas tão comuns e ainda assim imprevisíveis que podem acontecer em um tribunal. Do ponto de vista de juíza, que precisa encarar cada caso com imparcialidade, mas que também sente e reage, suas crônicas falam sobre os altos e baixos do fim do amor, as controversas partilhas de bens, paternidade e das dolorosas disputas de guarda de filhos. Com sensibilidade, ela reúne no livro “Segredo de Justiça” narrativas ficcionais baseadas em mais de duas décadas de experiência em uma Vara de Família.

Em nova edição, que agora vem pela Intrínseca e com prefácio de Ana Maria Machado, o livro trata da vida.

A vida não é justa e a felicidade não é um direito. Os anos passados na Vara de Família forjaram não apenas essas constatações na trajetória de Andréa, mas também proporcionaram uma miríade de histórias, de "dores tão parecidas e tão desiguais".

A honestidade com que os casos são expostos e a vulnerabilidade que emana a cada página despertam em nós uma identificação imediata e são um convite para quem deseja entender mais de si mesmo através dos dramas e das alegrias do outro.

“Segredo de Justiça”
256 páginas
R$ 39,90 (impresso)
R$ 19,90 (e-book)
Editora Intrínseca